GUERRA NUCLEAR : BOMBAS NUCLEARES NA BIELORÚSSIA

O ditador da Federação da Rússia Volodymir Putin; declarou que está enviando bombas nucleares ao país vizinho da Bielorússia para fortalecer e ampliar as bases armamentistas para atacar a Ucrânia e demais países aliados da Ucrânia desde a invasão das tropas russas neste país que vivencia a pior guerra desde a Segunda Grande Guerra Mundial. As constantes ameaças de Putin quanto ao uso de armamentos nucleares mesmo que sendo \" táticas \" como preconiza Putin; acende o maior grau de alerta da OTAN; Estados Unidos e países da Europa; e também da Ásia além de países africanos. Ou seja, um eventual conflito nuclear seria o completo caos mundial, provocando uma das piores tragédias da Humanidade.

 

Cerca de 6.500.000 milhões de pessoas seriam atingidas diretamente pelos efeitos imediatos das consequências nucleares: mortes, doenças graves, falta de alimentos e de água e de assistência médica imprevisíveis tanto estruturais, medicamentos e equipamentos. O uso de armas nucleares provocariam efeitos danosos ao meio ambiente em todo o Planeta; nas correntes de ar; correntes marítimas e prejudicaria diretamente toda a biodiversidade do Planeta. Na Tevê estatal da Rússia 1, Putin declarou dias atrás que até julho deste ano, já estarão concluídos a instalação \" especial de armazenamento para armas nucleares táticas na Bielorrússia \". Putin disse ainda que irá enviar também à Bielorússia - ( país aliado na guerra contra a Ucrânia invadida em 24 de fevereiro de 2022 pelas tropas da Rússia ); sistemas de mísseis de curto alcance Iskander - os quais podem serem equipados com ogivas nucleares convencionais.

 

GUERRA NUCLEAR À UM PASSO DA REALIDADE

Enquanto Putin continua suas ameaças em usar armas nucleares, dentro da Rússia se fortalece a mobilização popular contra o governo do Kremlin. Putin garantiu em entrevista na Tevê estatal que Moscou manterá o controle sobre quaisquer uma das armas nucleares táticas em que planeja levar e instalar na Bielorrússia. A segurança nuclear e os riscos eminentes e graves são bastante óbvios e extremamente importante que haja necessidade imediata de evitar um acidente com riscos elevados como das consequências por exemplo, em caso de rompimento da usina nuclear de Zaporizhzhia, segundo o chefe da AIEA ( Agência Internacional de Energia Atômica ), durante recente entrevista à Imprensa feita pelo diretor desta agência Rafael Grossi. Uma equipe da AIEA i já está deslocando-se até a usina de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, a fim de avaliar a situação gravíssima de segurança em que se encontra essa usina nuclear. Grossi afirmou da importância de manter rigoroso trabalho de segurança desta usina nuclear.

 

Enquanto continua a guerra entre a Rússia e Ucrânia e que vai deixando a cada minuto rastros de destruição e mortes indescritíveis, com registros inúmeros de crimes hediondos e repudiáveis; desde assassinatos de civis com requintes de crueldades, estupros; genocídio, agressões que ferem a dignidade humana, impedimentos de acesso à água; alimentação e à assistência médica aos feridos, centenas de execuções sumárias; torturas e maus tratos; violência sexual e violência psicológica, cujos crimes estão sendo denunciados à organismos internacionais de Defesa dos Direitos Humanos. Face necessária urgente e ampla mobilização mundial além do que já vem ocorrendo a fim de que haja um imediato cessar fogo neste conflito entre Rússia e Ucrânia e que haja a saída imediata das tropas russas do território ucraniano e que a paz possa retornar e que a população ucraniana possa restabelecer o cotidiano de vida na reconstrução de grande grande parte do país assolado pela vasta destruição provocada pelos bombardeios russos constantes na Ucrânia.