RÚSSIA FARÁ ELEIÇÕES EM 2024. PUTIN FAZ EXPURGO DE ELITE LIBERAL

O presidente da Federação da Rússia Vladymyr Putin reforça a estratégia de expurgo dos maiores oligarcas opositores ao seu governo ditatorial com vistas as eleições de março de 2024. Putin almeja a reeleição e assim dar a continuidade da política cruel de um governo centralista, ditatorial e com práticas hediondas contra seus agozes. São centenas de empresários russos que tiveram que deixar a Rússia nestes últimos pelo menos três anos, sendo que dezenas de grandes empresários, além de muitos executivos dentro do próprio governo russo; acabaram morrendo por causas extremamente duvidosas. E são muitos os exemplo que vão desde \" queda em janela de apartamento \" ; afogamento em piscina privada; envenenamento; suicídio e outros considerados como \" acidente doméstico \".

 

PUTIN PREGA POLÍTICA DE EXPURGO DE OPOSITORES

O caso mais recente e duvidoso e que somente vem sendo autorizado a investigação por parte de um comitê do governo do Kremlin, é o da queda do jato Embraer Legacy 600 , no dia 23 de agosto passado e que transportava o líder do grupo paramilitar russo PMC Wagner Yevgeny Prigozhin, além de outros seis passageiros e três tripulantes desta aeronave. Prigozhin era o principal alvo opositor de Vladymyr Putin, desde que Prigozhin tentou invadir com suas tropas paramilitares o Kremlin, na tentativa da derrubada de Putin do governo russo. Na lista mais recente de pessoas russas com vínculos de serviços junto ao governo de Putin; morreram por exemplo Anton Cherepennikov Anton Cherepenikov que era dono da ICS Holding, ligada a área de Serviço Federal de Segurança da Rússia para vigilância das atividades online dos cidadãos russos. Foi um profissional cuja ferramenta foi fundamental na política de repressão de Putin. Outro oligarca russo e próximo de Putin, foi o oligarca bilionário russo Igor Kudryakov, de 63 anos, encontrado morto em seu apartamento em Moscou após 48 horas da morte de Anton, de 40 anos, e cujo empresário atuava com serviços de segurança do governo Putin, o qual foi encontrado morto no escritório em Moscou em julho deste ano.

 

MISTERIOSAS MORTES DE OPOSITORES AO GOVERNO DO DITADOR RUSSO

Anton Cherepennikov, era uma figura chave na operação de escutas telefônicas e de Internet de Putin. Desde a invasão de tropas russas na Ucrânia, uma série de mortes de oligarcas russos, além de alguns artistas e até cidadãos comune que faziam oposição ao governo Putin, acabaram ou indo parar em prisões ou até mesmo morrendo Mortes estas sendo que as causas tiveram explicações rasas por parte do governo Putin. A série de mortes com explicações rasas de figuras que ocupavam alto escalão do governo russo, incluem como exemplo do ex-diretor do Instituto de Aviação de Moscou (MAI), Anatoli Gerashchenko, que morreu supostamente ao cair de uma escada na sede deste instituto em Moscou em setembro de 2022. Outro líder e magnata russo, que atuava no setor imobiliário, na Riviera francesa, Dmitri Zelenov, morreu em 9 de dezembro de 2022 e fazia oposição a Putin. Dmitri sentiu-se mal quando jantava com alguns amigos e acabou caindo numa escada, sofrendo lesões graves na cabeça , de acordo com informações de notícias russo Baza e do jornal francês Var Mtin.

 

Alexei Maslov, de 69 anos, ex- chefe das Forças Terrestres da Rúsia, morreu no hospital em 25 de dezembro de 2022. Aleksander Buzakov, que exerceu a chefia dos \" estaleiros de almirantado \" da Rússia por mais de uma década, morreu um dia antes de Alekansader Buzakjov. Já, em fevereiro de 2023, morreu outro opositor a Putin. Viatccheslav Rovneiko, de 59 anos de idade; o qual foi \" encontrado inconsciente \" tarde da note em sua casa. Viatcheslav era um oligarca do setor de petróleo russo. Ainda em fevereiro passado, um oficial de defesa da Rússia, foi encontrado morto após que da uma janela de um prédio. Também Marina Yankina, de 58 anos de idade, morreu após um suposto suicído. Marina era chefe do departamento de apoio financeiro do Ministério de Defesa da Rússia - órgão diretamente envolvido na guerra contra a Ucrânia, segundo o The Daily.

 

Uma semana antes da morte de Marina Yankina, morreu o Major General Vladimir Makarov, um general russo demitido por Putin e que foi encontrado morto após suposto suicídio. Em abril de 2023, Igor Shkurko, de 49 anos, diretor-geral adjunto da empresa de energia russa Yakuskenergo, foi encontrado morto em sua cela de prisão após ser acusado de suborno. Ele era membro do partido político pró- Putin Rússia Unida, porém, sua filiação havia sido suspensa após a acusação de surborno. Um outro crítico da invasão de tropas russas na Ucrânia, o vice- ministro da Ciência da Rússia, Pyor Kucherenko, de 46 anos de idade, foi encontrado morto depois de ficar doente em um voo para Moscou. Pyor estava retornando à Rússia após uma viagem a Cuba. Em junho deste ano de 2023, morreu Kristina Baikova, de 28 anos, que atuava como vice-presidente do banco russo Loko-Bank.

 

Kristina morreu supostamente ao cair de uma janela de seu apartamento em Moscou. Kristina Baikjova, morava no 11 andar do prédio. Diversas outras mortes recentes e que incluem desde a editora de uma popular revista de propaganda russa, além do vice-presidente do Gazprombak; um outro alto funcionário da Gazprom - a maior empresa de energia da Rússia, Ivan Pechorin, de 39 anos, Igor Nosov - magnata do petróleo Ravil Maganov; Yuri Voronov - magnata de uma empresa de logística e transportes ligada a Gazprom; Alexandser Tyulakov, vice-presidente geral e Leonid Shulman que atuava como chefe de transportes da Gazprom e Gazprom Invest. Outros vários mega empresários russos, segundo relatos e que se opuseram ao governo Putin, tiveram que deixar o território russo e onde alguns deles acabaram morrendo em países como no Reino Unido, Arábia Saudita, dentre outros países e cujas mortes sob causas suspeitas.

 

Assim, diante destas suspeitas de que o governo de Putin através do Kremlin atua fortemente na tentativa de promover uma espécie de expurgo amplo e com suspeitas de praticar crimes hediondos contra seus opositores levando a população russa crer naquilo que o governo Putin divulga através de sua mídia controlada pelo governo e dentro de um sistema ditatorial. É diante deste prisma de ditadura e diante da invasão militar russa na Ucrânia que Putin buscará se manter no poder russo. Tentará, pois existem fortes resistências dentro da Rússia em que a maioria da população russa não aceita a guerra e nem vem aceitando as sanções duras com que a Rússia vem sofrendo de países ocidentais desde que Putin determinou as tropas russas invadirem o território ucraniano, provocando mortes e vasta destruição na Ucrânia. Mortes, inclusive de jovens militares russos.