ORIGEM DO CONFLITO ENTRE HAMAS E ISRAEL

O grupo extremista do Hamas considerado por países ocidentais como extremista e terrorista; foi fundado durante a primeira revolta entre Israel e Palestina. O Hamas governa a Faixa de Gaza desde 2007. Ao violar a fronteira com Israel no sábado (07), o Hamas chocou o mundo diante das atrocidades cometidas contra pessoas inocentes e levantou questões sobre as capacidades e estratégias do grupo.

 

O governo de Israel fez de imediato uma contra ofensiva. Os Estados Unidos tem tentado mediar um acordo entre Israel e a Arábia Saudita, um rival amargo dos que apoiam iranianos do Hamas. O novo governo extremista da direita de Israel buscou ultimamente consolidar os colonatos israelitas na Cisjordânia , mesmo diante de oposição palestiniana e da coordenação internacional. Dirigentes do Hamas , segundo informações divulgadas pela imprensa internacional;; afirmam que a repressão de Israel contra os militantes na Cisjordânia e a continuação da construção do colonatos em que a comunidade internacional considera como sendo ilegais; alÉm de milhares de prisioneiros mantidos em prisões em Israel juntamente com o bloqueio total que Israel realiza na Faixa de Gaza; levaram a atacar.

 

Centenas dos cerca de 40.000 mil militantes do Hamas que vivem na Faixa de Gaza, estiveram na ação invasora ao território de Israel no dia 07 de outubro - quando iniciou-se o conflito que Israel evidenciou início de uma guerra contra o Hamas. Nestes últimos anos; Israel realizou acordos de paz com diversos países árabes sem ter que promover concessões no seu conflito com os palestinianos. E também nestes últimos anos, o Hamas parecia estar mais voltado e concentrado em gerir, administrar Gaza do que propriamente atacar Israel.

 

O risco agora, estende-se devido ao conflito com Israel, fazer ressurgir os atentados suicidas a bomba por membros extremistas do Hamas. Vários países especialmente da Europa já iniciaram medidas preventivas contra possíveis ataques terroristas. Em Paris, vários museus, sinagogas e prédios públicos além de outros locais de grande concentração pública, recebeu reforços de segurança.

 

Medidas estas que outras cidades europeias estão adotando deste o início da guerra entre Israel e o grupo do Hamas que controla a Faixa de Gaza. Enquanto Israel ataca a Faixa de Gaza, há também concentração israelense na tentativa de bombardear locais e instalações em que possam estar líderes do Hamas. Houve pelo menos sete fundadores originais do Hamas, incluindo o líder espiritual Sheikh Ahmewd Yassim, que usava cadeira de rodas em pris~~oes israelitas e que chegou a supervisionar a criação da ala militar do Hamas, que levou a cabo o primeiro ataque suicida em 1993. As forças de Israel t|êm buscado os dirigentes do Hamas ao longo de décadas, tendo assassinado Yassin em março de 2004. Outro dos fundadores do Hamas, Abdel Aziz al- Rantisi, foi morto em Gaza em abril de 2004.

 

Outro líder do Hamas, Khaled Mashaal, um membro exiliado do| Hamas, sobreviveu a uma tentativa anterior de assassinato por Israel, e tornou-se líder do Hamas pouco tempo após. Os atuais líderes do Hamas, Yehia Sinwar, vive em Gaza, enquanto Ismael Haniyeh, vive no exílio. Estes dois líderes do grupo realinharam a liderança do grupo com o Irã e seus aliados, incluindo o grupo extremista libanês do Hezbollah. Desde então, vários líderes do grupo do Hamas mudaram-se para Beirute. Durante o bombardeio de Israel sobre a Faixa de Gaza no sábado (14), o governo de Israel disse ter matado o líder do Hamas que comandava a força aérea do Hamas.

 

Merad Abu Merad, que vinha sendo apontado como sendo líder e um dos responsáveis pelo ataque no sábado (07), que deflagrou a guerra. O ataque de Israel que matou Merad Abu Merad, ocorreu na madrugada de sábado (14), num dos locaqis onde concentrava um quartel-general de operações de onde o Hamas geria as ações aéreas do grupo extremista. O ataque de Israel ao local vitimou também dezenas de alvos terroristas do grupo Hamas e agentes terroristas de Nukhaba - uma unidade de elite das Brigadas Al- Qassam, considerada uma das principais forças do Hamas; segundo um porta-voz do exército israelense.

 

O avanço de tropas de Israel na Faixa de Gaza, seja por terra, ar e pelo mar, poderá provocar milhares de novas vítimas de palestinianos civis que vivem sob controle do poder do grupo Hamas por longos anos e que agora diante desta guerra; acabam sendo também vítimas destes ataques militares israelenses.