REPÚDIO E INDIGNAÇÃO NO BRASIL À DESCONTO DE 14% NAS APOSENTADORIAS

Uma ampla mobilização em praticamente todos os estados brasileiros começam intensificar-se por parte de servidores públicos, principalmente estaduais contra o desconto de 14% dos salários para aposentadoria. Servidores aposentados e da ativa do Mato Grosso do Sul realizaram na terça-feira (24), uma manifestação em frente ao Bioparque Pantanal, cujo objetivo foi de sensibilizar o Governo Estadual sobre a situação da categoria após a reforma da Previdência Social. Uma das principais reivindicações dos servidores em praticamente todo o Brasil é de que haja redução do desconto que atualmente é de 14% nas aposentadorias e de pensões dos servidores de vários órgãos e poderes nos Estados brasileiros. Em Santas Catarina há uma forte resistência por parte dos servidores estaduais em relação ao desconto de 14% de aposentadorias. Resistência e indignação; ainda diante do atual governador Jorginho Mello (PL), em querer poder aumentar esse percentual de desconto dos servidores públicos estadual já a partir de 2024. O debate em Santa Catarina sobre esse assunto encontra-se tramitando junto a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc.

 

ESTADOS GASTAM R$ 37 MILHÕES POR ANO COM PENSÕES DE EX-GOVERNADORES E VIÚVAS

Até políticos com poucas semanas no cargo de governador estadual recebem aposentadorias assim que deixarem a função. Os pagamentos são ilegais, segundo a Constituição Federal e muitos destes casos estão sendo questionados na Justiça. A Reforma da Previdência prevê 49 anos de contribuição para se obter aposentadoria integral. Os governos estaduais gastam atualmente na ordem de R$ 37 milhões por ano com o pagamento de pensões a ex-governadores e dependentes deles. Os pagamentos até podem ser considerados legais nestes casos, porém, mesmo assim, são questionados na Justiça. Na Bahia, houve suspensão destes pagamentos diante uma decisão provisórias, ou seja, por liminar. Em SANTA CATARINA são oito ex-governadores que recebem pensões com uma despesa mensal aos cofres públicos na ordem de R$ 288.768,88 mil reais - o que ultrapassa por ano mais de R$ R$ 3 milhões de reais considerando-se décimo- terceiro salário. Em SANTA CATARINA, nesta semana, o governador Jorginho Mello (PL), deixou o cargo para viajar por alguns dias ao Panamá. A vice-Governadora que deveria assumir o cargo de Governadora também viajou e ao Chile.


EM SC ASSUME O GOVERNO JOÃO HENRIQUE BLASI, do TJSC

O presidente da Alesc- Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina também viajou e por fim coube ao então presidente do TJSC - Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina João Henrique Blasi - que também deixou temporariamente a função à outro desembargador para assumir o TJSC e onde Blasi que já atuou como deputado estadual pelo PMDB e também já foi presidente do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TC-SC) - órgão fiscalizador de contas públicas em Santa Catarina; a assumir o cargo de Governador de Santa Catarina. O que a sociedade catarinense espera e desde décadas é que haja de fato um avanço ao combate a corrupção; combate aos desvios de verbas públicas em que em quase todos os municípios catarinenses possuem histórico de registros de casos de corrupção, roubalheira do dinheiro público- dinheiro do povo catarinense .

 

Face a experiência destes agentes públicos com larga ocupação em cargos estratégicos como desde Alesc; TCE; TJSC e no Executivo Estadual, atuem com mais rigor e eficiência ao combate a corrupção em Santa Catarina - um dos estados brasileiros com inúmeros casos vergonhosos , escandalosos, criminosos de corrupção. Exemplos de operações realizadas de combate a corrupção, combate a organizações criminosas; combate à máfia em Santa Catarina onde a atuação exímia profissional realizadas tanto pelo MPF; MPSC; GAECOS, Polícia Civil; Deic e demais órgãos competentes de combate a corrupção em Santa Catarina; conseguem levar muitos mafiosos; corruptos à prisão, mesmo diante suspostas ações externas de pressão sobre a quem combate a corrupção e combate organizações criminosas em Santa Catarina.