GOVERNO DO EGITO CONDENA AÇÃO DE ISRAEL

O governo do Egito dentre outros governantes, incluindo a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) e a UNICEF, condenam veementemente a ação do governo de Israel devido aos ataques militares contra civis palestinos que vivem no território de refugiados na Faixa de Gaza.


O deslocamento forçado de centenas de milhares de palestinianos que vivem na região norte da Faixa de Gaza; sendo obrigados a fugirem devido aos intensos bombardeios que ocorrem há mais de um mês na Faixa de Gaza, levou outros países de vários continentes a exigirem um cessa fogo imediato e também um acordo de paz entre o governo de Israel e representantes do grupo Hamas. Mais de 7.500 crianças já morreram nesta guerra entre forças militares de Israel contra grupos extremistas do Hamas. Ao todo já são mais de 23.800 civis palestinianos mortos e mais de 41.700 pessoas feridas diante dos bombardeios das forças militares israelitas no território palestino. Desde que houve ação terrorista de grupos extremistas do Hamas em Israel onde morreram mais de 1.400 pessoas de várias nacionalidades, atualmente, permanecem como reféns do Hamas 125 das cerca de 240 pessoas sequestradas pelo Hamas no dia 07 de outubro passado.


Os ataques militares de Israel no território de refugiados palestinos na Faixa de Gaza; já provocou também a morte de 61 jornalistas, incluindo 48 deles palestinos. Israel retomou a contra ofensiva após cinco dias de trégua na guerra contra a Palestina e contra grupos extremistas do Hamas na Faixa de Gaza. Tropas militares de Israel dominam praticamente todo o território da Faixa de Gaza, incluindo a estrada principal que liga a região norte ao sul. Esta principal rodovia no território de refugiados palestinos na Faixa de Gaza virou um assombroso campo de batalha.


Civis que tentam fugir do norte para o sul, e tentando escapar dos ataques das forças de Israel , acabam sendo muitos destes palestinos vítimas dos bombardeios israelitas. Não existe área segura no território da Faixa de Gaza. Tudo sob eminente risco destes ataques por bombas de Israel e dos disparos de armas potenciais de guerra de Israel contra palestinianos. Alguns grupos militares de Israel orientam civis palestinos para mínimas opções de rotas de saída da região mais quente de ataques de Israel. Centenas de milhares de palestinianos rumam do norte ao sul a pé ou a cavalo, em carroças precárias supercarregadas; alguns veículos precários; diante de fome, sede, falta de assistência médica e, portanto, de saúde e sob o desespero face aos riscos de serem mais uma das milhares de vítimas dos bombardeios israelense.


É um verdadeiro êxodo forçado em que mais de 1.650.000 milhões de palestinianos estão rumando ao sul da Faixa de Gaza e sem quaisquer garantia sobre a segurança de vida diante das constantes, seguidas quedas de bombas por todo o território de Faixa de Gaza. Na divisa entre Faixa de Gaza e Egito, a concentração de palestinos já é elevada e aumenta a cada instante, provocando mais dificuldades com a chegada de baixas temperaturas na região. Incidência de doenças epidêmicas estão surgindo atingindo milhares de palestinos que fogem desta guerra entre Hamas e Israel. A situação na Faixa de Gaza é das piores possíveis só comparadas aos da Segunda Grande Guerra Mundial.