DITADURA NA VENEZUELA IMPEDE LÍDER DE OPOSIÇÃO DISPUTAR ELEIÇÃO
Assim como é a tradição em países de regimes autoritários como na Rússia; Cuba; Coreia do Norte, dentre outros países que possuem ditadores no poder; a Venezuela impediu recentemente a principal líder de oposição ao regime de Nicolás Maduro, de concorrer as eleições presidenciais marcadas para 28 de julho próximo.
Corina Yoris, bem que tentou fazer o registro de sua candidatura à presidência da Venezuela contra a reeleição de Nicolás Maduro, porém, o registro não aconteceu. O registro de Corina Yoris seria realizado através da página oficial de registros dos candidatos nestas eleições na Venezuela junto ao Conselho Nacional Eleitoral ( CNE ). O prazo de registros de candidatos para disputar as eleições na Venezuela termina no dia 29 de março. Entre os dias 3 e 7 de abril, segundo calendário eleitoral da Venezuela; serão admitidos recursos contra as candidaturas e a decisão sai entre os dias 9 e 18 de abril.
Até o dia 20 de abril, é permitido substituição de candidaturas e então definir a tela oficial eletrônica que irá para disposição do eleitorado no dia das eleições, em 28 de julho deste ano de 2024.
MADURO SEGUE LINHA RÍGIDA DO REGIME DE GOVERNO NA VENEZUELA
O presidente da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro, rejeitou veementemente as críticas recebidas nesta semana por parte do governo dos Estados Unidos , Colômbia e até do governo brasileiro, sendo que por parte do governo brasileiro, foi uma crítica velada, pois o presidente Lula (PT), é um dos principais aliados ideológicos de Nicolás Maduro. Lula (PT), recebera recentemente representantes do governo da Venezuela, incluindo numa destas visitas o próprio presidente da Venezuela Nicolás Maduro, além também de Sergey , diplomata da Federação da Rússia, ambos líderes comprometidos com governos ditatoriais como Maduro e Vladimir Putin. Nas eleições próximas na Venezuela, são 13 candidatos inscritos para disputar as eleições na Venezuela, incluindo Nicolás Maduro e demais sem elevado grau de representação popular e praticamente majoritariamente ligados ao governo de Maduro.
A oposição na Venezuela não terá novamente um nome de expressão e liderança política capaz de fazer sequer sombra para o ditador Nicolás Maduro, cujo governo controla todos os segmentos na Venezuela, incluindo a Corte de Justiça da Venezuela, o Exército e demais forças dentro do Congresso Venezuelano.