CHUVAS RETORNAM E AGRAVAM O QUE JÁ É CATASTRÓFICO NO RIO GRANDE DO SUL

O retorno de chuvas já previstas pela meteorologia neste fim de semana em praticamente todo o Estado do Rio Grande do Sul; onde a situação é catastrófica devido as enchentes em cerca de 390 municípios gaúchos desde o início de maio; o agravamento desta triste realidade devido as enchentes que provocaram vasta destruição, dezenas de mortes e também de pessoas desaparecidas em inúmeros municípios do Rio Grande do Sul. Até sexta-feira (10), segundo informações; havia sido registrados até sexta-feira (10/5), 111 mortes e cerca de 140 desaparecidos. 


A frente fria que chegou na região Sul do Brasil, prejudica em parte os trabalhos de resgate e de apoio aos milhares de desabrigados no Estado do Rio Grande do Sul. Equipes da Defesa Civil e milhares de voluntários atuam incansavelmente no trabalho de ajuda aos milhares de desabrigados no Rio Grande do Sul. Ampla mobilização ocorre em todo o Brasil e até do exterior como exemplo da Argentina; Uruguai; Portugal; Chile; dentre vários outros países em solidariedade aos atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Este mutirão solidário registrado no Brasil; trata-se do maior já registrado diante de uma catástrofe desta dimensão no país. 
O grande desafio das cidades atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul; será o de reestabelecer a reconstrução de milhares de casas, centenas de escolas, dezenas de postos de saúde e de milhares de estabelecimentos comerciais ; dentre outras estruturas prejudicadas pelas enchentes.

São pontes; rodovias; ruas, avenidas, praças, calçadas, rede de saneamento básico; rede de energia elétrica e rede de telefonia; ambos prejudicados pelas cheias e pelos ventos fortes que atingiram várias regiões do Rio Grande do Sul. O desafio se torna amplo, abrangente em todos os aspectos desde a questão urbana; de saúde, educação; renda e trabalho; meio ambiente; habitação; infra-estruturas públicas e privadas; segurança pública; enfim; será daqui em diante um desafio dos mais importantes a fim de evitar tragédias como a que vem sendo registrada no Estado do Rio Grande do Sul.

Elaboração de projetos de cidades mais seguras em termos de catástrofes ambienteis como desde enchentes; desmoronamentos de encostas; vendavais e tornados. As mudanças climáticas que estão ocorrendo de forma avassaladora desde alguns anos atrás em todo o mundo, mostra da necessidade de uma mobilização ampla governamentais e não-governamentais a fim de garantir mais proteção para a população.

Ocupação de áreas de risco deverão serem daqui em diante proibidas de forma rigorosa e por outro lado, caberá ao poder público seja no âmbito municipais, estaduais e federal, atuarem conjuntamente para elaborar projetos habitacionais seguros destes impactos ambientais. Assegurar a vida, o bem-estar e segurança de cada cidadão é dever do Estado em si. É dever dos gestores executivos públicos em conjunto com o Legislativo ( municipais, estaduais e federal), além do Judiciário brasileiro.

foto: O globo