GOVERNO MADURO AGONIZA NA VÉSPERA DA ELEIÇÃO. NEM CHÁ DE CAMOMILA O SALVARÁ DA DERROTA

A eleição para escolha do novo presidente da Venezuela, ocorre domingo (28/7), com o regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro, agonizando em plena véspera desta eleição presidencial que possui como opositor o candidato  Edmundo González Urruita. A Venezuela vivencia a pior crise de sua história com um cruel regime ditatorial sob comando de Nicolás Maduro há mais de 20 anos no poder.  A Venezuela com seus cerca de 28 milhões de habitantes; enfrenta há décadas profunda crise econômica, social, política e institucional. O colapso inflacionário, escassez de alimentos e de medicamentos, bem como, emigração de milhões de venezuelanos deixando o país em desespero na busca de melhores condições de vida e sobrevivência, fugindo da crise profunda na Venezuela; faz com que esta eleição para presidência da Venezuela se constitua na mais importante deste país nos últimos pelo menos 50 anos.  


Autoritarismo de Nicolás Maduro  na mira de desabar na eleição de domingo (28/7)

O autoritarismo de Nicolás Maduro representa avanço da pobreza e da emigração na Venezuela e o risco de  manutenção no poder, coloca a Venezuela ainda mais no caos profundo além do que já vem enfrentando nestas últimas quatro décadas desde o regime de Hugo Chavez. Maduro é acusado pelo governo dos Estados Unidos por tráfico de drogas; corrupção e lavagem de dinheiro além de ser alvo do Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade.  A falta de democracia na Venezuela representa um fator preocupante há décadas para  toda América Latina.  Uma das que poderiam ter sido candidata de oposição ao regime de Maduro, foi a líder de oposição Maria Corina Machado que foi impedida, proibida pelo regime de Maduro de concorrer nesta eleição presidencial.   Maduro ao recomendar o chá de " camomila " para " quem se assustou " do que ele ( sic) Nicolás Maduro , após dizer que poderá " haver  banho de sangue ",  em caso de não ser reeleito à presidência da Venezuela; e onde o presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva (PT), aliado, amigo de Maduro, manifestou-se que já havia " telefonado " para Maduro dias atrás, porém, sem dizer publicamente o que havia falado com Maduro, mas que Lula foi enfático em recentes entrevistas à imprensa brasileira onde destacou que quem perde uma eleição, assume a derrota e parte para uma outra futura eleição.  " Quem perde sofre uma banho de votos " ; disse Lula (PT).