VENEZUELA SEGUE EM PODER DO MAFIOSO, CORRUPTO E DITADOR NICOLÁS MADURO
As eleições para eleger o novo presidente da Venezuela, sequer seguiu regras transparentes diante da falta de lisura no processo eleitoral que começou mesmo meses antes destas eleições com proibições do presidente Nicolás Maduro contra principais líderes oposicionistas de disputar esta eleição na Venezuela. Além disto, a eleição de domingo (28/7), sequer teve autorização de observadores internacionais para acompanhar esta eleição e também nem a própria imprensa foi autorizada por Nicolás Maduro para acompanhar todo o processo de votação dos cerca de 21 milhões de eleitores da Venezuela. Desde o governo de Hugo Chaves passando por Nicolás Maduro seu sucessor nesta ditadura na Venezuela que já dura quase meio século.
O candidato de oposição ao regime de Nicolás Maduro; Edmundo Gonzáles Urrutia, assim como diversos outros principais líderes da oposição ao regime de Maduro, contestavam desde antes desta eleição; a forma com que Maduro formatou o esquema político e também jurídico com apoio militar para assegurar manter-se no poder ditatorial na Venezuela. Vários governantes internacionais da América Latina; Europa; Estados Unidos já haviam manifestado há meses as preocupações com relação a manipulação de Nicolás Maduro nestas eleições com indícios de fraudes eleitorais. O ditador da Venezuela Nicolás Maduro é investigado por corrupção; lavagem de dinheiro; tráfico internacional de drogas, dentre outros crimes como ao de crimes humanitários. Entretanto, o regime ditatorial o assegura manter-se no poder mesmo diante denúncias dentro e fora da Venezuela.
Segundo a opositora Maria Corina Machado , a qual foi impedida pelo regime Maduro de concorrer nesta eleição presidencial da Venezuela, Edmundo Gonzáles Urritia obteve 70% dos votos, enquanto Maduro afirmou em plena madrugada de segunda-feira (29), que obtevira 51,205 dos votos - ou seja, um total de 5.150.092 milhões de votos enquanto o candidato da oposição Edmundo Gonzáles obteve 42,2% da votação - equivalente a 4.445.978 milhões de votos. Na Venezuela não é obrigatório o cidadão eleitor votar. A eleição na Venezuela que gerava desde meses e principalmente na véspera desta eleição, enormes preocupações pelo fato de pronunciamentos de Maduro amedrontando a população quanto ao risco em caso sendo derrotado de que poderia haver derramamento de sangue;; acabou com que no dia desta eleição na Venezuela, ocorressem poucos incidentes em diversas cidades venezuelanas como ao do impedimento para que muitos eleitores pudessem votar. Tanto a oposição ao regime Maduro quanto vários líderes de outros países como exemplo ao da Bolívia, recomendam que haja uma apuração independente da votação e também uma auditoria desta eleição venezuelana.