REGIME DO DITADOR LUKASHENKO GERA CRIME CONTRA OPOSITORA MARIA KALESNIKAVA

O regime do ditador de Belarus, Aleksandr Lukashenko, mantêm na prisão a principal líder de oposição ao regime do governo Lukashenko, ou seja, a artista Maria Kalesnikava, 42 anos, que está há cerca de dois anos detida num confinamento solitário de uma colônia penal feminina de Gomel, ao sudoeste da Belarus e sob condições desumanas, precárias de saúde fragilizada e sob risco de morte. Maria Kalesnikava, está detida desde agosto de 2023. O regime de Lukashenko, sequer autorizou visita do advogado de Maria Kalesnikava e tão pouco visita de algum familiar à líder opositora e que está presa após ser julgada a porta fechada por um tribunal de Minsk ( Belarus ).

Maria Kalesnikava, foi condenada a 11 anos de prisão por liderar um protesto contra fraude eleitoral durante as eleições presidenciais de 2020 e que reconduziu o ditador Lukashenko ao cargo de presidente da Belarus. Maria Kalesnikava, apoiou o também opositor banqueiro Sviatlana Tsikhanouskaya, ambos contra o regime ditatorial de Lukashenko. Segundo o secretário-executivo do Conselho de Coordenação a Oposição em Belarus, Ivan Kravtosov, a líder democrática Maria Kalesnikava, " está morrendo de fome ". As condições são precárias da líder de oposição que está detida em isolamento sem assistência médica; sem contato algum com familiares ou com o seu advogado, face à imposição, proibição; impostas pelo Tribunal de Justiça da Belarus. Tribunal esse que segue determinações do regime de Lukashenko e que coloca a vida de Maria Kalesnikava sob eminente risco de morte dentro do presídio em Gomel ( Belarus ).

Outros vários líderes de oposição ao regime do ditador Lukashenko, também continuam detidos. como exemplo do jornalista e editor-chefe do meio de comunicação de oposição Nexta, Roman Protasevich, que teve um papel fundamental no movimento de protesto contra a reeleição de Aleksandr Lukashenko em 2020. A imediata libertação da líder de oposição ao regime de Lukashenko, tem sido repercutida mundialmente a fim de alertar outras autoridades mundiais de países democráticos na defesa dos direitos humanitários e defesa da democracia.