NETANYAHU PROMETE " VARRER " O LÍBANO COM INVASÃO DE TROPAS MILITARES

Informações de bastidores do governo em Israel; dão conta de que o primeiro- ministro Benjamin Netanyahu está à autorizar nas próximas horas; uma ampla ofensiva militar numa invasão de tropas militares israelenses sobre o território do Líbano. A exemplo do que fez quando invadiu o território da Faixa de Gaza onde mais de 41.500 palestinianos morreram, sendo maioria delas crianças; mulheres além de idosos, dentre outros mais de 285.000 palestinianos feridos diante desta guerra do Hamas com Israel.

A crise no Oriente Médio, agora se amplia com ataques simultâneos entre militantes do Hezbollah contra Israel. O governo libanês já se prepara também para defender o território libanês, ingressando na guerra contra Israel. No irã, centenas de equipamentos bélicos já estão de prontidão para dar apoio e serem remetidos ao Líbano a fim de se defender dos ataques israelenses.


ENQUANTO ISRAEL ATACA O LÍBANO, ZELENSKY DENUNCIA PUTIN NA ONU SOBRE RISCO NUCLEAR

O presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky, denunciou o ditador da Federação da Rússia , Vladimir Putin , que tem colocado em risco as usinas nucleares na Ucrânia, especialmente da Usina de Zaporhizhia - a maior usina nuclear da Europa. Zelensky, alertou que recebeu um relatório de inteligência da Ucrânia em que é " assustador ", devido ao eminente risco de um acidente nuclear em Zaporhizhia, sendo essa iniciativa partido do presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Já que as forças militares russas não estão conseguindo obter seus objetivos desde a invasão na Ucrânia, onde tropas russas tiveram que recuar em maioria para o território russo, agora, segundo Zelesnky, Putin almeja provocar a explosão das usinas nucleares na Ucrânia, algo repudiável e inaceitável. " Um dos métodos é atacar nossas infra- estruturas de energia ", alertou Zelensky. Cerca de 80% das estruturas de energia na Ucrânia já estão comprometidas e o risco de explosões de usinas nucleares são altíssimos. " Putin quer atormentar ainda mais o povo ucraniano em pleno inverno ", criticou.