MORTE DE JOGADOR DE FUTEBOL ATINGIDO POR RAIO ASCENDE ALERTA AO PERIGO

Um jogador peruano morreu após ser atingido por um raio durante uma partida de futebol neste último fim de semana. O zagueiro José Hugo de la Cruz Meza, 39 anos. O jogador participava de uma partida de futebol entre Juventud Bellavista e Família Chocca, na cidade de Huancayo, no Peru. Além dele, mais sete atletas ficaram feridos. Além do zagueiro atingido pelo raio, o goleiro Juan Choca Llacta, de 40 anos, foi internado em estado grave com queimaduras severas e está sob observação As demais vítimas foram transferidas para o hospital de Huancayo. 


Os jogadores participavam de uma liga amadora e foram atingidos quando se dirigiam para os vestiários. A partida de futebol, havia recém encerrada devido às más condições climática. São inúmeros casos, infelizmente destas ocorrências provocando vítimas quase que diariamente em todo o planeta. Casos como ao que foi registrado numa escola primária na Uganda, em 2011, quando um raio matou 18 crianças. A escola fica perto da reserva de vida selvagem de Karuma. Recentemente; no sábado passado, 02/11); pelo menos 14 jovens menores morreram e outras 34 pessoas ficaram feridas , depois que um raio atingiu uma igreja num assentamento de refugiados no distrito de Lamwo, no norte de Uganda, durante um ato religioso, informou à imprensa a Polícia local. 

As vítimas desta tragédia na Uganda; são oito jovens do sexo masculino e seis do sexo feminino. Recém haviam iniciado as orações quando começou uma chuva intensa por volta das 17h ( horário local ), detalhou a Polícia de Uganda em várias mensagens postadas em seu perfil na rede social X. A tragédia ocorreu no assentamento de Palabek, que acolheu dezenas de milhares de pessoas deslocadas desde 2016 - grande maioria oriunda do Sudão do Sul. Os feridos foram encaminhados a um centro de saúde local. Acidentes com raio na Uganda, ocorrem diante frequentes e fortes trovoadas; muitas vezes imprevisíveis.

Em agosto de 2020, também na Uganda; duas crianças sendo uma de 13 e outra de 15 anos morreram enquanto jogavam futebol devido a um raio na cidade de Arua que fica localizada na região noroeste de Uganda. O Brasil é um dos países do mundo que mais registra queda de raios. O Brasil lidera estatísticas do fenômeno de raios e que somente em 2023 já mataram 60 pessoas. O Brasil fica atrás apenas do México em número de mortes, porém, lidera em incidências com cerca de 78 milhões de ocorrências registradas naquele ano. A cada 50 mortes no mundo por raios , uma ocorre no Brasil, segundo estudo divulgado, pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Impe.

Na última década, 835 pessoas no Brasil perderam a vida por raios. Trata-se de um assunto inerente à uma campanha de segurança e que ambientes públicos como escolas, unidades de Saúde, hospitais; infraestruturas públicas e além de outros estabelecimentos do setor privado, bem como, moradias precisam inserir-se no âmbito da utilização de pára-raios e fundamentalmente também orientações sobre prevenção para que as pessoas saibam como evitarem serem atingidas por raios.

Nas áreas do meio rural, por exemplo, os riscos de raios são ainda maiores, assim, como em praças públicas devido a existência de árvores que podem atrair os raios, pois geralmente, as árvores são objetos mais altos num determinado local e devido a seiva presente no interior do tronco, é tida como sendo melhor condutor do que o ar. Árvores isoladas são as que mais atraem raios, porém, cerca se não for aterrada e seccionada, poderá ser também alvo de raios e havendo queda de raio atingido cercas e quem estiver próximo; poderá sofrer consequências graves e até podendo ser vítima fatal causado por queda de raio.