O dia 20 de janeiro de 2025, será uma data que marcará um dos momentos históricos recentes para os Estados Unidos. Trata-se da posse do presidente eleito Donald Trump ( Republicanos ). Será também o dia de assinatura oficial do acordo para um cessar-fogo na Faixa de Gaza, em que o governo de Israel e o Movimento de Resistência Islâmica ( Hamas ), após longo período de negociações envolvendo mediadores como Biden e Trump (EUA), além de representantes do Qatar; Egito e da França; a fim de juntamente com o governo israelense e representantes do Hamas, pudessem chegar a este momento para colocar fim nas hostilidades em que a guerra entre Israel e Hamas. Guerra entre |Israel e o Hamas que provocou cerca de 50.000 palestinianos mortos, deixando outros cerca de 320.000 mil feridos e uma vasta destruição na Faixa de Gaza.
Guerra entre Israel e o Hamas que surgiu após o ato terrorista do Hamas em várias aldeias no território de Israel no dia 07 de outubro de 2023; que resultou na morte de 1.200 pessoas e onde 251 ficaram reféns do Hamas e foram levadas à força para o território da Faixa de Gaza.
Israel diz que 94 reféns ainda estão sob o poder do Hamas detidos na Faixa de Gaza e que 34 são considerados mortos. Na primeira fase do acordo entre Israel e o Hamas; serão 33 reféns que estarão sendo libertados em troca de 1.000 palestinianos que estão detidos em Israel.
O gabinete de Segurança de Israel, reuniu-se na sexta-feira (17/1), para selar o acordo com o Movimento de Resistência Islâmica ( Hamas). Havia muita resistência dentro do governo de Israel onde alguns líderes de extrema direita israelense, resistiam em assinar esse acordo com o Hamas. Uma outra segunda reunião realizada logo após a primeira reunião em Israel, o governo israelense mesmo diante de algumas resistência apontadas dentro do gabinete de Segurança de Israel; mantinha interesse em assinar e selar o acordo com o Hamas.
O desafio daqui em diante para dar continuidade a esse acordo de cessar - fogo na Faixa de Gaza, será imenso prevêem alguns dos principais mediadores deste acordo entre Israel e o Hamas. Um destes desafios será o mais urgente que envolve a ajuda humanitária ampla e irrestrita para centenas de milhares de palestinianos na Faixa de Gaza e o da reconstrução da infra-estrutura habitacionais, comerciais; hospitais, creches e escolas destruídas pelos ataque e bombardeios por parte das forças militares de Israel sobre o território da Faixa de Gaza.