EX-PRESIDENTE DA ARGENTINA, CRISTINA KIRCHNER CONDENADA A PRISÃO, TEM PATRIMÔNIO INVESTIGADO

O Tribunal de Justiça da Argentina que já havia confirmado a sentença de prisão por seis anos e inabilitação política da ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, agora faz com que novamente haja uma nova investigação judicial contra Cristina Kirchner por enriquecimento ilícito. 


O patrimônio da ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner, foi foco de várias investigações ao longo dos últimos anos e, segundo, informações, existem casos comprovados de lavagem de dinheiro atribuídos à ex-presidente por meio de vários negócios com seu ex- sócio, Lázaro Báez. Em dezembro de 2015, quando Cristina Kirchner deixou o cargo presidencial argentino com um patrimônio líquido de 250 milhões de pesos, patrimônio que foi evoluindo desde 2009 até alcançar cifras que foram acumulando de forma surpreendente, segundo as investigações da Justiça da Argentina.  

Segundo declarações de Cristina Kirchner à Justiça da Argentina , portanto, juramentadas, o aumento de seus ativos foi " resultado " apenas na gestão pública, do desenvolvimento imobiliário familiar e de empresas hoteleiras " . Parte do patrimônio de Cristina Kirchner foi questionada pela Justiça com a suspeita de que tenha sido para simular fundos de origem espúria, ou seja, lavagem de dinheiro. 

O patrimônio da ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, tem sido foco de várias investigações por parte da Justiça da Argentina. O Ministério Público da Argentina, vem apurando uma séria de inconsistências nas declarações juramentadas dos bens face ao visível desequilíbrio entre o patrimônio real e o efetivamente declarado. Uma auditoria contábil determinada pelo Ministério Público da Argentina está em andamento para abordar oito pontos específicos sobre declarações fiscais da ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner. 

Uma perícia contábil também foi determinada por parte da Justiça Argentina a fim de apurar se houve ou não inconsistências nas declarações juramentadas prestadas por Cristina Kirchner à Delegacia Anticorrupção.