O boicote aos produtos e serviços desenvolvidos pelos Estados Unidos já começou em toda a Europa. A prepotência do presidente dos EUA, Donald Trump, com adoção de políticas extremas internas e internacional que encontram fortes resistências, já está causando danos ao próprio Estados Unidos. Diz a plataforma Buy European Made, ( compre fabricado na Europa), que está estimulando o boicote de produtos dos EUA: " Stronger Europe Buy European; ".Além de boicote aos produtos e serviços dos Estados Unidos. O ativismo amplia-se com memes, vídeos que mostram a militância presente em supermercados, lojas em todos os países europeus. Orientam consumidores a evitar comprar veículos da linha Ford e Tescla, VW; Renault e Skoda. Também evitar o Google; Gmail; Microsoft e o ChatGPT.... Qwant; Proton Mail; Libre; Office Mistral e ao invés de Instagram; Mastodon. Na moda; Zara em lugar de Levi´s. Manifestações contra Trump e Elon Musk estão expandindo-se em toda a Europa. No início de março, foi feito protestos até na Rússia, além de vários países europeus.
INICIATIVA DA EUROPA AO BOICOTE DE PRODUTOS DOS EUA É UMA CLARA DEFINIÇÃO DE RUPTURA COM TRUMP
Enquanto os EUA se isola do restante do mundo, a Europa concentra esforços unificados visando ao fortalecimento dos países que integram o continente europeu. A campanha europeia de boicote propõe também como alternativa aos grandes navegadores de rede norte-americana; alternativas tais como desde a Cooperativa Vivaldi, do engenheiro de informática Jón Von Tstzchner, em busca de uma internet ainda melhor a fim de colocar fim ao monopólio que gigantes tecnológicos tem imposto e desta forma, colocar um fim na contaminação incessante que ocorre atualmente.
Portanto, o boicote anti -norte-americano já começou e promete avançar rapidamente em vários outros países do mundo, inclusive; na América Latina; África do Sul, cujo continente sofreu cortes bilionários de assistência na saúde e na área social que eram desenvolvidos desde décadas por uma organização dos Estados Unidos e que Trump, ordenara o fechamento da USAID, cuja ONG suspendera os serviços de ajuda humanitária para cerca de 20 países - a maioria no continente africano, bem como, a saída dos EUA da Organização Mundial de Saúde e saída também do clube dos países que defendem políticas ambientais e do clima.