PF INVESTIGA VÍNCULOS DE MINISTROS DO STJ COM INVESTIGADO POR CORRUPÇÃO NO JUDICIÁRIO

Estariam alguns ministros do Supremo Tribunal de Justiça ( STJ ), vinculados com empresário investigado pela Justiça por corrupção. É o que a Polícia Federal (PF), iniciou investigações em que o empresário Haroldo Augusto Filho, cedera aeronave para magistrado da Corte, ou seja, do STJ e que manteve ainda diálogos com a filha de um outro ministro também do STJ. Segundo informações, ministros por enquanto não são formalmente investigados e à Imprensa, negam ter proximidade com o empresário corrupto. 


E o combate a corrupção no Brasil, apesar de leniência por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) e do próprio Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que sequer mantêm presos centenas de mafiosos e corruptos alvos de processos após investigações tanto pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF); segue o trabalho deste combate a gravidade dos casos de corrupção no Brasil. São centenas de bilhões desviados se somados pelo menos as últimas duas décadas e meia em termos de volume de desvios, roubalheira o dinheiro público brasileiro. Os contínuos casos de corrupção sendo literalmente abafados, encerrados pelo STF e pelo STJ como no caso especialmente da Lava Jato é uma clara demonstração desta falta de comprometimento das Cortes de Justiça do Brasil com relação ao combate a corrupção e aos desvios bilionários dos cofres públicos - dinheiro do povo brasileiro que é roubado por mafiosos, quadrilhas de corruptos. 

 Em meio a avalanche de casos apurados pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), em todo o Brasil, um destes casos mais recentes envolve a investigação que coloca em suspeita vários juízes do estado do Mato Grosso. O ministro Zanin, do STF, devolveu dias atrás ao STJ, investigação sobre esse caso de suspeitas sobre juízes de Mato Grosso e relacionado à venda de sentenças judiciais. Um dos juízes, segundo investigações da PF e do MPF; é suspeito de vender sentenças e onde recebeu R$ 750 mil reais da mulher e afirmou à PF que " usou parte dos recursos com pai de santo ". O Estadão deu amplo destaque para ambos casos.