BRASIL REVELANDO MÁFIAS E MAIS MÁFIAS COMO NO DESCALABRO DO CASO MASTER
As operações fraudulentas, golpistas sendo reveladas pelas investigações da Polícia Federal (PF), com relação ao escândalo do Banco Master e suas subsidiárias; revelam o descalabro, a super e estruturada de organizações criminosas resultando em golpes bilionários como desde o INSS ( mais recente dentre avalanche de outros casos anteriores ) e do Banco Master com venda de carteiras sem lastro financeiro bilionários.
São papéis sujos; fraudulentos envolvendo o Banco Master com negociações e tentativas de negociações como foi no caso com o BRB ( Banco Regional de Brasília,DF), ampliando assim; ainda mais o rombo financeiro envolvendo quadrilhas, máfias, golpistas financeiros e onde as carteiras podres acabaram sendo detectadas também pelo Banco Central que acabou determinando o fechamento definitivo do Banco Master.
O surgimento de novos nomes e de empresas subsidiárias ao Banco Master, do mafioso e golpista financeiro Daniel Vorcaro, além de proximidade do mafioso Daniel Vorcado com alguns dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e de um amplo leque de amizades com congressistas e com integrantes do governo federal, bem como, em alguns estados do país; onde o Banco Master e subsidiárias obtiveram transações como a de descontos de empréstimos consignados milionários; ampliam desta maneira a dimensão do vultuoso golpe financeiro com atuação até de outras organizações criminosas envolvidas.
Crimes graves no setor financeiro brasileiro com comando diretamente do pivô central deste que pode ser considerado o maior golpe financeiro contemporâneo na história do Brasil, no caso do Banco MASTER, de Daniel Vorcaro.
ESCÂNDALO DO BANCO MASTER É APENAS PONTA DO ICEBERG DAS MÁFIAS NO BRASIL
Investigações da Polícia Federal (PF), apontaram, inclusive que o empresário dos mais famosos do Brasil, ou seja, Roberto Justus; tinha como um de seus principais sócios o Banco Master, desde 2023. E onde mais recentemente, segundo revelou a Folha de S. Paulo, Roberto Justus descobriu que seu novo sócio é justamente o Banco Regional de Brasília (BRB), envolvido no escândalo do caso Master. Roberto Justus é dono e CEO da Steelcorp - empresa de casas moduladas com aço que possui em sua sociedade um fundo de investimentos cujo nome do cotista único era mantido sob sigilo, segundo o empresário, e foi descoberto após dois anos de parceira.As investigações desde início sob o escândalo do Banco Master, que envolvem supostos esquemas dentro do Banco Central, dentro do Governo Federal, no Congresso Nacional e até no Supremo Tribunal Federal (STF ), pode ser apenas a pontinha de um imenso iceberg dentro do sistema financeiro brasileiro. O rombo de dezenas de bilhões em que o mafioso, golpista Daniel Vorcaro, arrastou diversas pessoas e subsidiárias do Master, como também da Reag, dentre vários outras empresas investigadas pela Polícia Federal (PF), poderá revelar muito mais além dos aspectos até agora revelados publicamente.
Os esquemas criminosos de fraudes de carteiras financeiras com envolvimento de papéis sujos, sem valor financeiro nenhum, sendo apenas manobras que somente máfias, organizações criminosas são capazes de conduzirem no Brasil e até fora do país, em paraísos fiscais; deverá mostrar ao povo brasileiro como o Brasil vivencia desde décadas, gravíssimos golpes financeiros, políticos- administrativos e com conluio dentro do próprio Judiciário brasileiro, como já foi revelado pela Polícia Federal (PF), no caso de vendas de decisões judiciais.
Enquanto permanecer a leniência de quem deveria combater a corrupção, combater golpes financeiros no Brasil; a sociedade brasileira segue sendo enganada por máfias, organizações criminosas que estão presentes dentro e fora do meio político nacional.
É preciso que cada cidadão do bem, que deseje um país mais justo, soberano e que cada indivíduo tenha seus direitos seja eles individuais e coletivos garantidos como diz na Constituição Federal, se faz necessário que cada brasileiro seja um fiscal ativo das condutas de agentes corruptos, mafiosos e desta forma; poder ser acionados mecanismos oficiais como desde a Polícia Federal (PF), Ministério Público nos Estados e até o MPF ( Ministério Público Federal), para que haja o combate ao crime organizado e combate a corrupção no Brasil.