MP/SC investiga denúncia na Saúde
As denúncias junto ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina relacionado ao processo licitatório lançado pelo Governo do Estado através da Secretaria de Estado da Saúde com o objetivo de contratação de empresa para gerenciar o chamado \" Plano SC Sáude\" dos servidores públicos estadual, vem sendo alvo de investigação.
As denúncias dão conta de possível direcionamento licitatório em favor de uma única empresa que foi habilitada a concorrer e que foi a vencedora desta licitação do Governo do Estado de Santa Catarina.
A empresa Consórcio Santa Catarina, segundo denúncia é formada por membros de uma mesma família (esposa, marido e filhos) de nome Saúde Suplementar Soluções em Gestão de Consultoria e Treinamento e pela empresa Administradora de Benefícios Ltda- FESC.
Segundo informações a empresa Saúde Suplementar foi criada a pouco tempo e tem como sócia principal uma ex-secretária do atual secretário estadual da Saúde Dalmo de Oliveira. Em 2011, seus sócios aumentaram em 100% o capital social com desenquadramento como microempresa, pois não poderia participar na modalidade licitatória de \"Concorrência\".
Já a empresa FESC, segundo informações, foi formada pela Federação Estadual das Cooperativas Médicas e pela Unimed de Joinville (SC)- entidaddes pelas quais já tiveram o atual secretário de estado da Saúde Dalmo de Oliveira como presidente. O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Estadual de Santa Catarina- SINTESPE quer que o Governador Raimundo Colombo (PSD), assim como os gestores do SC Saúde prestem esclarecimentos à Justiça.
Atualmente cerca de R$ 300 milhões é o valor que representa os gastos com as despesas na saúde com os cerca de 180 mil servidores estadual conveniados em Santa Catarina. O Goveno do Estado de SC abriu edital para que as empresas interessadas em prestar serviços na Saúde aos servidores públicos de SC, possam inscreverem-se dentro das normas e do prazo legal estabelecido pelo Governo do Estado.