Santa Catarina na UTI
Hospitais literalmente na UTI, ou seja, a maioria das unidades hospitalares do estado de Santa Catarina, estão passando pela pior crise da história. São falta de equipamentos, leitos; profissionais e até medicamentos quando não materiais até para uso em um simples curativo. O Hospital Geral e Maternidade Tereza Ramos, em Lages, na Serra Catarinense ameaça novamente fechar suas portas.
O setor de Emergência já suspendeu atendimento há um ano. Vltou atender e agora novamente pode suspender os serviços. Em Florianópolis, a capital de Santa catarina, uma vergonha: no Hospital de Caridade não há como realizar atendimento rápido aos pacientes que dependem dos serviços de Radioterapia. A demora pelo exame pode levar meses. Ocorrer que há falta de equipamento e o que lá existe não atende toda a demanda. Em todas as regiões de Santa Catarina, a maioria dos hospitais atravessa uma crise sem precedentes na história de Santa Catarina - uma herança maldita de governantes inoperantes, governos corruptos e que desviaram milhões dos cofres públicos.
Greve dos Servidores da Saúde Estadual
Outro aspecto que somados aos já sofridos impactos à saúde daquelas milhares de pessoas que estão à mercê de um atendimento hospitalar, de um exame ou mesmo de uma consulta pelo Sistem Único de Saúde- o SUS; vem agora com as consequências da greve dos servidores da área da Saúde Estadual de Santa Catarina- há quase dois meses em greve. O Governo do Estado não atende às reivindicações dos servidores da Saúde e isto gera revolta não somente dos servidores indignados com a postura do atual Governo do Estado, porém, sobretudo, com a situação caótica diante a falta de investimentos maiores na Saúde em prol da população mais carente e que depende de atendimento mais digno nesta área da Saúde em Santa Catarina.
A denúncia de setores do Governo do estado de SC é de que o atual Governo assim como outros que passaram, voltaram-se à política da privatização dos serviços tanto da Saúde; Educação e Segurança Público- o motivo: um só, atender interesses privados que visam explorar estes serviços com possíveis vantagens financeiras dos recursos do governo estadual. O resultado, segundo sindicalistas principalmente da Saúde, compromete diretamente os serviços à maioria da população catarinense.
Os efeitos estão aí diante a crise que atinge áreas da Saúde; Segurança Pública e Educação ( prédios escolares em péssimas condições; muitos deles fechados pela vigilância sanitária; hospitais superlotados e sem plenas condições de atneder toda a demanda dos serviços; insegurança pública diante à falta de valorização profissional e maiores investimentos nesta área e assim por diante. Enquanto isto, ex-governantes incompetentes de Santa Catarina recebem aposentadorias pagas com dinheiro do contribuinte catarinense e alguns deles ainda com mandatos eletivos nas mãos. Este é o Brasil da Pátria Amada e Idolatrada Salve ! Salve ! quem puder.