Medicamentos queimados em SC
Enquanto muitas pessoas esperam por um medicamento de acordo com o tratamento que vem sendo realizado e que dependem muito dos medicamentos entregues pelo Sistema Único de Saúde-SUS, somente em Lages, na Serra Catarinense, foram mais de duas toneladas de medicamentos levados ao fogo.
A denúncia que chegou ao conhecimento público; teve como resposta da prefeitura tanto na gestão anterior quanto da atual de que os medicamentos estavam com datas de validade vencidas e que foram incinerados. Quaeo ao final do ano de 2012 foram queimados cerca de 1,3 toneladas de medicamentos e neste início do ano outros quase 1,5 toneladas destes medicamentos.
Cerca de 8 mil procedimentos à espera de atendimento
Outro agravante na área da Saúde em Lages,SC, trata-se da longa espera por um procedimento referente aos exames em várias especialidades. Pacientes que precisam urgentemente de atendimento de Saúde, esperam por longos meses na fila de espera para realizar algum tipo de exame. Vejam os principais deles e a quantidade de panotto (acientes que aguardam o atendimento: Na área da Endocrinologia são 748 pacientes; Ortopedi outros 615.
Na Neurologia são 526 pessoas. Na Cardiologia mais 508 pacientes. Na Urologia são 397 pessoas à espera de exames. Enfim, são quase oito mil pessoas em Lages, onde a cidade de Lages teve representantes dentro do Governo do Estado- foram secretários de Estado da Saúde; um deputado estadual (hoje prefeito de Lages); um deputado federal e com a manutenção atual deste espaço em Brasília,DF, através da deputada Carmem Zanotto- ex-secretária de Estado de Saúde).
Um senador e que hoje é Governador do Estado. Desta forma, imaginamos se com todas estas representações Lages continua péssima nas áreas da Saúde; (filas em postos de Saúde; quase 8 mil exames para realizar-se; desvios de dinheiro público na prefeitura; escolas de portas fechadas e outras literalmente sob riscos eminestes de desabar), a cidade serrana sofre assim, então como seria ao contrário, sem estas representações tidas como fortes, representativas? Um desastre, certamente. É lamentável que uma população sofra estas estagnações.
Alguma coisa está equivocada ou as representações políticas não são as ideais ou boa parte da população lageana está satisfeita com esta situação péssima nas áreas da Saúde; Educação e de Desenvolvimento.
Afinal, o desemprego em Lages é um dos mais elevados de Santa Catarina e a realidade dos desmandos são absurdos como no caso da Universidade do Planalto Catarinense- Uniplac com um rombo de mais de 35 milhões, fora o rombo na prefeitura na ordem de R$ 77 milhões.