Comida estragada nunca mais aos PMs de SC

A Aprasc e o deputado sargento Amauri Soares (PDT) já denunciaram e estão cobrando do Governo do Estado de Santa Catarina; ação efetiva para impedir o fornecimento de comida estragada aos militares estaduais por empresas e restaurantes. Oficialmente, a Aprasc requereu informações e providências à Vigilância Sanitária Estadual, à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa e aos Comandos da Polícia e do Bombeiro Militar de Santa Catarina.

 

A Aprasc é a entidade representativa da Polícia e Corpo de Bombeiros de Santa Catarina. Ao tomar conhecimento da ação da Vigilância Sanitária de Criciúma efetivada no dia 27 de fevereiro, que resultou no recolhimento de 150 quilos de carne acondicionados em baldes, sem refrigeração, já em estado de putrefação, provocando em seguida no fechamento do restaurante Nei Frangos, onde se alimentam os PMs do 9º BPM, a diretoria da Aprasc juntamente com o deputado Soares, mantiveram contato de imediato com o subcomandante geral da PMSC, coronel Valdemir Cabral. “Ele nos informou que já estava encaminhando as medidas que o caso requer e nós, através de ofícios, solicitamos à Vigilância Sanitária Estadual informações e providências, no sentido de ”, afirma o presidente da Aprasc, soldado Elisandro Lotin.

 

NutriBem

Além deste caso, a Aprasc e o deputado Soares pediram averiguação sobre a veracidade e a extensão do caso noticiado pelo Jornal Destaque de Santa Catarina envolvendo a empresa NutriBem, contratada desde 2008 pelo governo do Estado para o fornecimento da alimentação dos servidores da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e dos hospitais Celso Ramos, na Capital, Hans Dieter Schmitt, em Joinville; Regional de São José e o Instituto de Cardiologia na mesma cidade.