Dia Mundial do Pão é comemorado em Chapecó,SC

 A distribuição de centenas de pães e cachorros-quentes à entidades beneficentes assinalará, na quinta-feira,16, das  9 às 12 horas, o transcurso do Dia Mundial do Pão, em Chapecó (SC). A iniciativa é da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Sindicato das Indústrias de Alimentos da região Oeste (Sindialimentos), em parceria com Senai, Rotary Club e Fasc.

 

As entidades beneficiadas com as doações são: Escola Zélia Munzi (Rua: Piratuba, 9999, bairro Alvorada) com 150 unidades de pães e salsinhas; Programa Pequeno Lavador (Rua: Paulo Marques,D 89,Centro), 150 unidades de pães e salsichas;  Serviço de Convivência Vila Real (Rua:Ângelo Baldissera, 35 D Vila Real) com 100 unidades de pães e salsichas e Serviço de Convivência Arte Jovem Passo dos Fortes (Rua: John Kennedy, 1415 D, Passo dos Fortes) com 100 unidades de pães e salsichas.

 

O presidente Paulo César Cerutti expõe que a atividade assinalará, além do Dia Mundial do Pão, a outorga da Carta Sindical pelo Ministério do Trabalho e Emprego ao Sindialimentos. O Sindicato foi fundado em 2013 e reúne, atualmente, 18 indústrias de processamento de alimentos.

 

Não se sabe ao certo a data do surgimento do pão, porém estudos indicam que já havia indícios de fabricação de 8 mil a 12 mil anos na região da Mesopotâmia, onde hoje se encontra o Iraque. Essa produção surgiu juntamente com o cultivo do trigo.

 

Os primeiros pães fabricados eram achatados e duros, pois em sua composição não havia fermento, fazendo com que não houvesse um crescimento no pão e também não se conhecia a técnica de liberação de glúten, que nos propicia uma melhor estruturação do pão. Estima-se que a técnica de fermentação foi desenvolvida pelos egípcios 3000 aC e foram eles também os primeiros a assarem o pão em forno de barro, pois até então eram assados em cima de brasas ou deixados ao Sol.

 

HISTÓRIA
Os pães possuíam sabor amargo devido o fruto do carvalho usado na composição do pão, esses pães eram lavados com água quente, com o intuito de minimizar o sabor forte, antes de ser consumido.
No Brasil, os pães vieram através dos colonizadores, porem só se tornou popular no século XIX. A sua preparação era caseira e se tinha o ritual de desenhar cruzes e realizar rezas para o crescimento do pão. A atividade de panificação se expandiu com a colonização dos Italianos e as primeiras indústrias surgiram na região de Minas Gerais.

 

Portanto, o pão se tornou essencial desde os tempos antigos e vem sendo até os dias atuais de fundamental importância na mesa do consumidor.

 

A tecnóloga de alimentos do Senai Renata Lariz Kavalek mostra que pão faz parte do dia a dia. Este alimento milenar possui muitas propriedades nutricionais e funcionais importantes. Os pães são ricos em carboidratos os quais são à base da alimentação humana e a primeira fonte de energia que o corpo usa. Constituem a base do nosso guia alimentar brasileiro - pirâmide alimentar, além de ser um alimento com fonte generosa de vitaminas (complexo B), sais minerais (magnésio, fósforo e cálcio), fibras e carboidratos.

 

Os pães brancos apesar de ser de mais fácil digestão, geralmente possuem mais calorias que os pães integrais. Isto acontece porque o pão branco contém um teor menor de fibras na sua composição. Em termos calóricos, não há uma diferença significativa, entre os pães: branco e integral, no entanto a diferença está na sua riqueza nutricional. O ganho está no teor de fibras garantindo saciedade por mais tempo e melhora o funcionamento do intestino, além de ferro, tiamina (Vit. B1), riboflavina (Vit. B2) e ácido nicotínico (Vit. B5).