Superbactéria KPC avança em hospitais de SC

O avanço da super bactéria KPC em muitas unidades hospitalares de Santa Catarina, coloca em risco o agravamento da saúde de pacientes internados nestes hospitais catarinenses onde já foram registradas presenças desta super bactéria KPC.

 

A falta de profissionais na área da saúde em Santa Catarina e somados à falta de mais recursos financeiros para as unidades hospitalares do estado; além de falta de mais leitos; novas Unidades de Terapias Intensivas - UTIs; novos equipamentos hospitalares onde em muitos hospitais estão sucateados; bem como; mais leitos para atendimento às vítimas de queimaduras e um maior número de profissionais em várias especialidades médicas, são principais fatores determinantes para melhorar a qualidade dos serviços na Saúde Pública em Santa Catarina.

 

Há casos em que pacientes estão por espera há mais de dois e até três anos por uma cirurgia e o escrúpulo chega a casos de pacientes que aguardam meses por uma consulta médica.

 

Hospitais de SC em sua maioria estão sucateados

A super bactéria KPC já foi constatada junto ao Hospital Celso Ramos, em Florianópolis,SC, e no Hospital Regional de São José, na Grande Florianópolis. Somente em 2013 foram mais de 12o casos da KPC em Santa Catarina. Em 2013 chegou ser registrado 223 casos da super bactéria KPC em vários hospitais catarinenses.

 

Em Lages, na Serra Catarinense, o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres suspendeu as cirurgias eletivas até que haja garantia dos recursos financeiros para este hospital. Em Bocaina do Sul, ali pertinho alguns quilômetros de Lages, o único hospital local foi fechado por falta de recursos financeiros. Assim como estas unidades hospitalares da região serrana, vários outros espalhados em Santa Catarina sofrem semelhante situação, ou seja, estão llteralmente na UTI.

 

Enquanto isto, ao contrário, o governo do Estado garantiu em seu orçamento mais de R$ 1 bilhão e 400 milhões para aplicar na mídia. Isto é, investir em publicidade do governo do estado.