Colombo descobriu a América. No Brasil, um outro descobrira a corrupção ?
Cristovão Colombo descobriu a América há mais de 500 anos atrás, mas no Brasil, mais precisamente em Santa Catarina Raimundo Colombo (PSD), ex- integrante da antiga Arena, depois PFL; DEM e agora no PSD; se vê envolvido no escândalo maior de corrupção do mundo. Ou seja, da Operação Lava-Jato.
As delações de ex- diretores de uma das maiores empreiteiras do mundo - a Odebrecht, citando o governador de Santa Catarina Raimundo Colombo (PSD), como beneficiado de recursos financeiros através de caixa dois para campanhas políticas onde com detalhes foram revelados à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público Federal (MPF), e agora divulgados em HDs; mostrando com clareza como foi realizado a liberação de R$ 17,1 milhões para financiar o caixa 2 das campanhas eleitorais de Raimundo Colombo (PSD) e de aliados em 2010; 2012 e 2014.
Os relatos da delação à Justiça e à Polícia Federal foram dos ex-diretores da Odebrecht Paulo Wezel e Fernando Reis.
Colombo (PSD), terá árdua missão de comprovar sua inocência na Lava-Jato
Além de Raimundo Colombo (PSD), acompanharam de perto o esquema criminoso de corrupção; lavagem de dinheiro e falsidade ideológica de Raimundo Colombo; os assessores de Colombo; Ênio Branco; Nelson Serpa; Antônio Gavazzoni e José Carlos Oneda - ambos muito ligados ao governador de Santa Catarina Raimundo Colombo (PSD).
No meio dos interesses de ambas as partes, ou seja, da Odebrecht e de Raimundo Colombo (PSD), está a privatização da Casan. A Odebrecht manifestou interesse na estatal catarinense, porém, não havia condições de investir R$ 400 milhões na compra do percentual acionário da Casan. Estatal esta em que Raimundo Colombo chegara a presidir algumas décadas atrás e, portanto, bastante conhecedor desta estatal. Ênio Branco; Nelson Serpa; Antonio Gavazzoni e José Carlos Oneda; ambos atuam na gestão de governo de Raimundo Colombo (PSD) e fazem parte de um núcleo de confiança direta de Raimundo Colombo.
O governador Raimundo Colombo sempre que manifestou-se à Imprensa sobre sua participação na Lava-jato, negara sempre com veemência, porém,agora resta-lhe tão somente provar na Justiça Federal e para a Polícia Federal além de toda a sociedade catarinense se é ou não realmente corrupto; mafioso.