Santa Catarina registra primeiro caso de leishmaniose humana

É o primeiro caso de leishmaniose humana diagnosticado em Santa Catarina. Em Florianópolis, um homem de 53 anos e morador do bairro Saco dos Limões, está internado após contrair leishmaniose visceral. O paciente está internado desde o dia 9 de agosto, no Hospital Universitário, em Florianópolis (SC).

 

Segundo informações, o estado de saúde do paciente é estável. A leishmaniose que pode surgir em cães, hospedeiros do parasita é uma doença grave e pode levar à óbito. A leishmaniose visceral humana é transmitida pelo mosquito-palha ou birigui ( Lutzomyia longipalpis); que ao picar provoca a introdução na circulação do hospedeiro - o protozoário leishmania.

 

Por sua vez contaminado, o cão pode tornar-se portador e caso seja picado infecta o mosquito-palha com a doença e daí levando o inseto a ser um transmissor potencial da doença. Segundo informações, 34 bairros de Florianópolis (SC), tiveram registros da leishmaniose visceral canina. Quando detectado cedo, a leishmaniose visceral tem alto índice de cura em humanos, porém, em cães não há cura.

 

A prevenção à doença em cães constam desde à utilização de coleiras com ação repelente, mas que precisam ser trocadas após algum tempo e isto gera maior custos. Limpezas em áreas ao entorno do quintal e evitar acúmulo de matéria orgânica e lixo estão entre alguns aspectos relacionados à prevenção. Há ainda no mercado uma vacina para os cães, mas que não garante 100 por cento da imunidade.