Presidente do STJ chama de esdrúxula decisão de Rogério Favreto que pode sofrer punição do CNJ

Basta somente destacar que foi a primeira e pior decisão já manifestada em toda a história do judiciário brasileiro. Isto mesmo. Ou seja, a decisão que foi chamada até pela própria presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz como sendo \" esdrúxula...(sic) e teralológica ), o caso em que o desembargador plantonista ( e teria sim que vir exatamente de forma propositada de um plantonista ) do Tribunal Regional Federal (TRF- 4), o desembargador Rogério Favreto - que foi 19 anos filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) e que atuou no governo Lula e de Dilma Rousseff ao lado do ex-ministro mafioso e corrupto José Dirceu.

 

Exatamente ao lado do mafioso que já foi preso por várias vezes por organização criminosa; corrupção e lavagem de dinheiro e que foi solto recentemente por decisão monocrática de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Agora, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai requer logo no início de agosto a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar - PAD, e que poderá resultar desde simplesmente em uma advertência até uma aposentadoria compulsória. Isto é: aposentadoria com manutenção do salário. A má fadada concessão que acabou não sendo aplicada.

 

Decisão esta que foi então imediatamente cancelada por ordem e determinação do presidente do TRF-4 Thompson Flores no domingo (7), diante do pedido esdrúxulo do plantonista do TRF-4 Rogério Fraveto - ex-petista que almejava atender pedido de ex- correligionários que pediam a soltura do mafioso e corrupto ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).

 

Decisão de Rogério Favreto, ex-petista que resultou na maior e mais trágica, única do gênero e a mais comediante decisão de um desembargador brasileiro. E justamente dentro do TRF-4 onde foi decidido que o ex-presidente Lula (PT), deve cumprir pena na cadeia por corrupção; lavagem de dinheiro.

 

Mas, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pode analisar também através deste PAD todo o trâmite do h.c expedido pelo desembargador do TRF-4 Rogério Favreto até chegar ao juiz federal Sérgio Moro. Enfim, o próprio Supremo Tribunal de Justiça (STJ), com apoio e determinação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que assim como o Supremo Tribunal Federal (STF) que foi o que aprovou a decisão do TRF-4 que o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva (PT), deverá cumprir a pena determinada pelo colegiado e não seria um desembargador de instância inferior que vai mudar uma decisão colegiada.

 

Aí sim viraria como já diz um velho ditado popular : ...\" Mais parece a casa da mãe J....\". A Justiça no Brasil que já é fragilizada tornaria uma só bagunça desenfreada e insustentável para uma Nação que já sofre desmandos intoleráveis e que merece no mínimo respeito, ética e responsabilidade.