Florianópolis - a \" Ilha da Magia \" e São José; vivem à beira do caos na saúde pública
No Hospital Regional São José, o único tomógrafo não funciona há várias semanas e a previsão de retornar o atendimento para pacientes que necessitam urgentemente deste tipo de exame, poderá ocorrer no início da semana.
Já, o Hospital Infantil Joana de Gusmão teve suspenso uma das cirurgias de uma especialidade da área neurológica. Outro hospital em Florianópolis que enfrenta imensas dificuldades é o Hospital Celso Ramos com mais de 55 anos de atividades e que vivencia há anos imensas dificuldades diante da falta de maior número de leitos; inclusive mais leitos de UTIs são necessários; assim como novos e maior número de vários equipamentos desta área de saúde -hospitalar.
Portanto; é uma vergonha o que se vê em termos da atenção por parte do governo estadual quanto à área da Saúde Pública em Santa Catarina a começar pela Capital do estado. Ou seja, Florianópolis - a \" Ilha da Magia \", e municípios vizinhos como São José e outros que compõem a região metropolitana de Florianópolis (SC). Governos estadual catarinense que geriram os recursos públicos estadual nestes últimos pelo menos 30 a 40 anos, esqueceram de adotar medidas mais amplas e profundas voltadas à área especialmente da Saúde; Educação e Segurança Pública.
Situação caótica que merece amplas investigações
Foram gestores públicos incapacitados e que sequer puderam dar maior contribuição administrativa pública com o povo catarinense ao longo deste período. Os hospitais em sua maioria enfrentam a pior crise da história na saúde pública catarinense. muitos deles chegaram ameaçar de fecharem suas portas; outros até paralisaram atividades por alguns dias e muitas reuniões de representantes destes hospitais juntamente com os hospitais filantrópicos afim de discutir o assunto.
Lamentável a situação com que alguns dos maiores hospitais de Santa Catarina se encontram atualmente. É inadmissível que um grande hospital e na Capital de Santa Catarina possua um único aparelho de tomografia e ou de ressonância magnética. Há algo aí que merece profundas investigações para detectar de onde está ocorrendo algum tipo de resistência para que estes hospitais possuam maiores condições de estruturas e equipamentos a fim de atender a população.
Seria uma excelente pauta de investigações por parte especialmente da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Não há como aceitar esta situação que coloca em sério risco a vida de muitas pessoas que precisam urgente do atendimento através do SUS- Sistema Único de Saúde. Até porque no setor privado o paciente possuindo recursos financeiros disponíveis é uma outra realidade e totalmente inversa. isto é: atendimento quase que imediato.