Saúde péssima em Lages (SC)
A crise na área da saúde em Lages (SC), na Serra Catarinense onde por três mandatos o atual Governador do Estado Raimundo Colombo (ex-DEM e agora PSD); administrou o município como sendo prefeito e deixando seu sucessor, o seu vice-prefeito e atual executivo municipal Renato Oliveira (Renatinho, PP) ,já em seu segundo mandato numa crise da saúde nunca convivda pela população laegana. Faltam leitos hospitalares e exemplo disto foi,ontem, quando uma adolescente que reside no bairro da Brusque-menos de 100 metros do Pronto Socorro Municipal e a menos de 200 metros do Hospital Nossa Senhora dos Prazes, ficou à espera por um dos leitos na porta deste hospital. Médicos plantonistas do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, estão desde o dia 02 de maio paralisados diante a reivindicação de aumento de R$ 500 para R$ 80 por hora de serviço presencial e um terço do valor por hora de sobreaviso.
Já no Hospital Infantil Seara do Bem- que cuida das crianças, a crise também é histórica. Esta entidade hospitalar convive com a falta de recursos financeiros para sua manutenção. Trata-se de uma entidade filantrópica. O Ministério Público tem acompanhado a crise na saúde em Lages, mas pouco ainda tem sido feito e cobrado das autoridades responsáveis pela saúde da população- um direito inalienável e constante da Carta Magna, ou seja, A Constituição Brasileira promulgada em 1988, mas que detém falta de leis complementares.
Inadmissível em pleno século XXI as pessoas mais humildes e que dependem diretaqmente do atendimento do Sistema Único de Saúde- SUS terem que ficar muitas vezs mais de um ano à espera por um exame ou na fila para serem internados para tratamentos até urgentes de saúde. O caos na saúde no Brasil ultrapassou os limites da tolerância. Em Mato Grosso, médicos estão denunciando ao Ministério Público a grave situação na saúde. Na Serra Catarinense houve registro até de agressões físicas por parte de pacientes a profissionais da saúde devido provavelmente ao nervosismo elevado diante ao precário sistema de atendimento em alguns destes casos mais graves. Mas, não será com violência que será resolvida esta situação. É preciso ação rápida, eficiente e objetiva e os principais órgãos respónsáveis e institucionais que recolhem dinheiro público, cobram elevados impostos devem dar resposta a esta grave situação na saúde. Combater a corrupção devido ao roubo de dinheiro público é essencial, primordial fiscalizar e punir. A Justiça precisa dar maior ênfase ao que já vem proporcionando à sociedade. Afinal, sistemas privados de saúde não se canssam de revelar publicamente os elevados e bilionários investimentos no setor privado de saúde no Brasil. A maioria do povo brasileiro não pode pagar exames particulares e com muitas dificuldades alguns ainda conseguem pagar consultas médicas particulares. Portanto, está aí uma realidade que fere os direitos individuais e coletivos dos cidadãos ainda mais quando necessitam do atendimento à saúde.