Lava Jato: Justiça bloqueia R$ 78 milhões do ex-presidente Lula (PT), que pode ter pena de prisão ampliada
O Ministério Público Federal (MPF), pediu ao Juiz Federal responsável pelos processos da Operação Lava Jato em Curitiba (PR), Luiz Antonio Bonat, que determinou o bloqueio de R$ 78 milhões do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O sequestro de bens do ex-presidente Lula (PT), foi de até R$ 77,9 milhões diante desta decisão por parte da Justiça Federal e está relacionado ao processo que Luiz Inácio Lula da Silva (PT), responde por supostamente ter recebido 12,4 milhões de reais em propinas da empreiteira Odebrecht por meio de imóveis.
O valor bloqueado se baseia nos 75,4 milhões de reais que, segundo o MPF, foram pagos em propinas pela Odebrecht ao Partido dos Trabalhadores (PT) a partir dos oito contratos da Petrobras de que consta o processo na Operação Lava Jato.
Lula (PT), que está preso em Curitiba (PR), poderá ter pena de prisão ampliada, pede o MPF
A situação prisional em termos de período de detenção para o ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva (PT), poderá ficar ainda mais dramática diante da decisão do Ministério Público Federal (MPF), através da 13a. vara Federal de Curitiba (PR); que no início da semana recomendou ao Tribunal Regional Federal (TRF-4), de Porto Alegre (RS), para que aumente a pena de prisão do ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva (PT). Lula, foi condenado à prisão a 12 anos e 11 meses em primeira instância no caso do sítio de Atibaia (SP). A Procuradoria Regional da República da 4a. Região, apresentou parecer ao TRF-4 em que recomenda o aumento da pena do ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva (PT), o qual já cumpre pena de 12 anos e 11 meses na carceragem no prédio da sede da Polícia Federal em Curitiba (PR), desde abril de 2018.
A sentença desta vez foi proferida pela Juíza Federal Gabriela Hardt, da 13a. vara Federal de Curitiba (PR). Lula é acusado de aceitar as reformas no sítio de Atibaia (SP); em que obras segundo consta em processo da Lava jato; foram realizadas pelas empreiteiras Odebrecht e OAS e com dinheiro de propinas decorrentes de contratos da Petrobras, no valor de R$ 1 milhão.