Senador Omar Aziz (PSD), integrante de organização criminosa investigados pela PF por desvios milionários na Saúde do Amazonas

Investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF), apontam que uma organização criminosa da qual faz parte do Senador e que foi ex-governador do Amazonas Omar Aziz (PSD); desviou recursos públicos milionários dos cofres públicos do Estado do Amazonas. A organização criminosa beneficiada de desvios financeiros junto a contratos entre o governo do Amazonas junto ao Instituto  Novos Caminhos - INC, do médico e empresário  Mouhamad Moustafa.
 
 
A PF diz que \" há fortes indícios \" de que O senador Omar Aziz (PSD), do Amazonas; e familiares tenham recebido vantagens indevidas tais como desde mesada de R$ 500 mil reais para o senador Omar Aziz (PSD); pagamentos de contas do apartamento do senador Aziz em Brasília (DF); repasses financeiros a tres irmãos e à mulher do senador Aziz (PSD), Nejmi Aziz; viagens de aeronaves particulares bancadas pelo dono do Instituto Novos Caminhos - INC Mouhamad Moustafa; consultas médicas em clínicas de luxo para a mãe do senador Aziz;  um relógio de R$ 36 mil reais de marca luxuosa como presente ao senador Aziz; pagamentos avulsos financeiros que variavam entre R$ 2 até R$ 250 mil reais.
 
 
O médico  Mouhamad Moustafa cumpre prisão no Amazonas e tem condenações outras por parte do Ministério Público Federal (MPF) em fases anteriores a desta operação da Polícia federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), contra o senador Omar Aziz (PSD).
 
 
Um documento de 300 páginas, construído a partir de interceptações  telefônicas; mensagens de celulares apreendidos pela Polícia Federal (PF); relata 26 eventos como desde movimentações financeiras da quadrilha, que apontam  o envolvimento do senador Omar Aziz (PSD), do Amazonas e desvios milionários de contratos assinados junto ao Instituto Novos Caminhos - INC. Em julho passado, a mulher e três irmãos de Omar Aziz (PSD), foram presos  pela Polícia Federal (PF) e chegaram a ser soltos na sequencia e respondem ambos processos na Justiça Federal.