BNDES e calote bilionário de empreiteiras que fizeram obras na Venezuela; Cuba e Moçambique. Atrasos ultrapassam R$ 2 bilhões
O BNDES do qual o atual presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), almeja abria a suposta \" Caixa-preta \" e que deve mesmo ter que abri- la o mais breve possível; pode ter um calote de mais de R$ 2.305 bilhões devido aos empréstimos realizados para empreiteiras - muitas delas envolvidas na Operação Lava jato e que realizara obras bilionárias em países como Cuba; Venezuela e Moçambique, dentre outros países.
Desde 1998 o BNDES liberou mais de R$ 50 bilhões de reais para 86 grandes obras no exterior e maioria delas, as principais destas obras feitas por várias empreiteiras brasileiras como principalmente a Odebrecht; OAS e outras - maioria envolvidas na Lava Jato. Os prejuízos bilionários para o BNDES já refletem preocupações diante de atrasos de pagamentos destes empréstimos bilionários.
Somente relacionada as obras em Cuba; Venezuela e Moçambique deviam ao BNDES até 1 deste mês de outubro ( conforme câmbio ) um valor acima de US$ 554 milhões de dólares. Ou seja, acima de R$ 2, 305 bilhões de reais. E para ampliar a polêmica de empréstimos bilionários realizados pelo BNDES, o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), que deseja mesmo abria a \" Caixa-preta \" do BNDES; voltou a criticar o apresentador de tevê Luciano Huck, diante de tomada de empréstimo junto ao BNDES para aquisição de um jato em que juros deste banco de fomento é algo muito abaixo do comparado a outras instituições financeiras do país e uma das prioridades do BNDES é de fomento ao desenvolvimento; geração de empregos; estímulo à indústria e comércio e apoio aos projetos estruturais do Brasil.
Mas, pelo que se ve, não foi bem esta função em muitos casos em que mais de 100 pessoas obtiveram financiamentos para aquisições de jatos milionários.
Foto: IstoÉ dinheiro