Verbas publicitárias federais diminuem para grande mídias. Vacas magras surgem. Resultado: desemprego em massa nas Tevês e Jornais

Se foi o tempo do governo federal através de toda estrutura governamentais jorrar bilhões anualmente para a grande mídia nacional. Acabou o tempo das vacas gordas e agora a realidade tanto no aspecto de verbas publicitárias federal quanto à nova realidade da área de comunicação onde a era digital está avançando rapidamente e criando impactos diretos no âmbito das redes de comunicações e interações informativas mundial; o efeito imediato disto é a onda de desemprego que veículos de comunicação como exemplos da Globo; Band; Record e Rede TV; começam a reduzir salários cortando gastos em horas extras e também provocando o desemprego de muitos profissionais de vários setores de comunicação destes principais veículos de comunicação do país.
 
 
E este resultado abrange também todos os estados do país onde principais veículos de comunicação passam a optar por medidas visando á redução dos gastos financeiros para manutenção dos trabalhos sejam relacionados na Tevê, jornais e emissoras de Rádio. Em Santa Catarina, por exemplo, o principal jornal impresso de circulação diária já não terá edições diárias daqui a poucas semanas e o mesmo ocorrerá com outros jornais de circulação impressa diária estadual deste mesmo grupo empresarial.
 
 
E as estratégias segundo informações dentro da Rede Tevê é promover pautas que visem o lado positivo do governo federal sob comando de Jair Bolsonaro (PSL), cuja finalidade seria promover maior proximidade da esfera governamental no sentido de buscar certamente mais recursos financeiros através das verbas publicitárias federal. E isto notadamente já pode ser também observado em outras emissoras de Tevê para quem assiste e acompanha o dia a dia, principalmente no caso da Globo em que as cores predominantes utilizadas por muitos repórteres e até apresentadores tem sido as cores da bandeira do Brasil. Ou seja, o amarelo, o verde, o branco e o azul.
 
 
Uma forma de manifestar sublinhar uma espécie de aliança branda e estratégica que certamente pode ter sido originada por orientações do próprio governo federal através de sua equipe responsável pela área de comunicações. oi assim com governos de Lula e Dilma (PT), onde o vermelho oi a cor predominante nas mídias e até em segmentos da iniciativa privada que chegavam a pintar fachadas de empresas na cor vermelha como uma espécie de sinalização estratégica de proximidade com o governo federal.