Bolsonaro troca Ministro da Justiça e diretor-geral da PF temendo aperto das investigações da PF ; MPF e do TCU que atingem o ministro Paulo Guedes
O próximo da fila da saída de ocupação dos Ministérios no governo desastroso de Jair Bolsonaro ( sem partido ), mas eleito pelo PSL, tem tudo para ser o ministro da Economia Paulo Guedes. Daí, a estratégia de Bolsonaro em retirar da linha de trabalhos investigatório contra Paulo Guedes e de outros aliados do governo Bolsonaro, demitir o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Valeixo e que levou ao pedido de demissão do Ministério de Justiça por parte de Sérgio Moro.
Bolsonaro tenta manipular informações da PF e acessar relatórios da Polícia Federal, quebrando a autonomia da Polícia Federal (PF) e com objetivo único: ou seja, o de brecar o andamento das investigações principalmente sobre o caso suspeito do ministro da Economia Paulo Guedes, o qual está sob investigação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), além do Tribunal de Contas da União (TCU), no caso dos Fundos de Pensões onde Paulo Guedes através de uma de suas empresas, a BR Educacional e a Brasil de Governança Corporativa - ambas criadas pela gestora de ativos que pertencia a Paulo Guedes até o fim de 2019 e que pode ter gerado ganhos excessivo ao Ministro da Economia na ordem de R$ 1 bilhão, bem como, causado prejuízos bilionários às empresas que injetaram recursos financeiros e, são ainda responsáveis pela aposentadoria de milhares de funcionários de várias estatais como Banco do Brasil; caixa Econômica Federal (CEF); Petrobras e BNDES. Fundos ligados a Funcef; Previc; Petros que atuam com investimentos no mercado de capitais, assim como do BNDES. Paulo Guedes em entrevista à Folha de S. Paulo, ano passado negou as acusações.
Polícia Federal abriu inquérito contra Paulo Guedes
A Polícia Federal (PF), abriu em novembro de 2019 um inquérito contra Paulo Guedes, atual ministro da Economia. Daí, após este episódio com a saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça e do diretor-geral da Polícia federal (PF), Maurício Valeixo - indicação de Sérgio Moro logo que assumiu a pasta da Justiça e com \" carta branca \" de Bolsonaro na época; mas que na segunda-feira (27), pela manhã o presidente da República Jair Bolsonaro, reuniu parte de seu colegiado para dar entrevista coletiva onde estava ao seu lado o ministro da Economia Paulo Guedes -numa tentativa de mostrar que Paulo Guedes continua no cargo mesmo diante das acusações no caso dos Fundos de Pensões. Disse Bolsonaro em novembro do ano que desconhecia o caso envolvendo Paulo Guedes nas denúncias sobre atos ilícitos com relação aos Fundos de Pensões e que as denúncias que tenham forma robusta; afastaria qualquer integrante de seu governo que for acusado de maneira então \"robusta\".
E mais ainda, além do caso de supostos envolvimentos do ministro da Economia Paulo Guedes em atos ilícitos envolvendo os Fundos de Pensões; tem ainda outros casos e desta vez mais preocupantes também ao presidente Jair Bolsonaro e que trata sobre a CPI- Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o caso das Fake News onde pode estar envolvidos os dois filhos de Bolsonaro; Carlos e Eduardo Bolsonaro e que tem sido algo tio como gravíssimo, caso se confirmem os envolvimentos dos filhos de Jair Bolsonaro nesta questão das Fake News. E além destas questões relacionadas ao governo Bolsonaro, outra questão que pode ocorrer em breve é a saída da atriz Regina Duarte do cargo que ocupa na área da Cultura. Segundo informações, Regina Duarte não está sentindo-se muito confortável no governo Bolsonaro devido às dificuldades em desenvolver um amplo trabalho em prol da Cultura do país - travada há mais de um ano desde que o novo governo assumiu o país.