Isolamento severo no Brasil pode salvar milhões de vidas diante a Covid-19. Colapso no Rio; São Paulo; Pará; Maranhão; Ceará; Pernambuco; Amazonas; Acre e avanço assustador
Isolamento social severo pode salvar milhares de vidas no Brasil diante do avanço rápido e assustador do coronavírus Covid-19. Diante da subestimação da doença quando o próprio presidente da República Jair Bolsonaro denominou de \" gripezinha \" à Covid-19 e dizendo e \" daí ? \" para os milhares de mortos que já ultrapassam 10.000 óbitos no país, e onde mais de 142.000 pessoas estão infectadas pela Covid-19; e devido ao afrouxamento do isolamento social por parte de vários governos estaduais brasileiros; agora; a gravidade desta pandemia da Covid-19, chegou ao verdadeiro colapso na grande maioria dos estados brasileiros. Rio de Janeiro; São Paulo; Amazonas; Pará; Pernambuco; Maranhão; Ceará; praticamente já não possui mais leitos de UTIs disponíveis.
No Rio de Janeiro (RJ), a exemplo do que vem ocorrendo em Manaus (AM) e em Belém (PA, como em Fortaleza (CE), Recife (PE), muitas pessoas estão morrendo em casa sem nenhuma assistência médica. Ambulâncias do SAMU e de outros órgãos de socorros municipais de emergências percorrem dia e noite centenas de cidades brasileiras visando prestar socorros às vítimas de Covid-19. O Brasil já registra mais de 142 mil infectados e ultrapassou na sexta-feira (08), 10.000 mortes pela Covid-19.
Isto que são números tidos como oficiais quando a Organização Mundial de Saúde - OMS e a Universidade dos Estados Unidos John Hopkins aponta que os números podem ser entre 8 a 10 vezes maior do que são atualmente divulgados pelos governos. No Mundo são 4.000.000 milhões de pessoas infectadas pela Coid-19 onde mais de 272.000 mil pessoas foram ao óbito pela Covid-19. Subnotificações e alta de testes da Covid-19, somados à falta de leitos de enfermagem e leitos de UTIs, somados à falta de respiradores mecânicos e falta de equipamentos de EPIs e ainda falta de equipes de profissionais (médicos enfermeiros e técnicos de Enfermagem); por só só demonstra a gravidade com que a população brasileira está submetida diante desta pandemia da Covid-19.
Pessoas morrendo em casa sem acesso rápido ao atendimento médico no Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil
O colapso da pandemia da Covid-19 instalou-se no Brasil. As principais capitais como São Paulo e Rio de Janeiro já não possuem leitos de UTIs. Pessoas que sofreram contágio do coronavírus Covid-19 e com graves sintomas desta doença; muitas delas estão morrendo sem sequer alcançar o atendimento médico - hospitalar. As ambulâncias muitas vezes não conseguem chegar ao local onde moram muitas das pessoas acometidas pelo contágio da Covid-19. São áreas periféricas em comunidades do Rio de Janeiro onde os acessos são bem mais complexos para tráfego de veículos.
O governador do Rio de Janeiro Witzel já preparou uma proposta que será em breve entregue ao Ministério Público do Rio de Janeiro em que propõe isolamento severo em todo o estado do Rio de Janeiro. O governador de São Paulo João Doria também já determinou prorrogação da quarentena até dia 31 de maio. \" É desolador \", disse Doria diante da realidade com que a Covid-19 está atingindo o estado de São Paulo. A Capital paulista já registrou mais de 2.100 mortes pela Covid-19 e o estado de São Paulo precisa ainda de 13 mil leitos de UTIs diante do avanço que vem ocasionando esta pandemia da Covid-19 em São Paulo. O prefeito e São Paulo, Covas, pretende decretar \" Lockdown \" a fim de evitar o avanço rápido desta pandemia da Covid-19.
Ritmo acelerado da pandemia da Covid-19 no Brasil encontra quem ainda subestima a gravidade da doença
Basta percorrer alguns pontos de quaisquer cidade brasileira especialmente na região Centro e Sul do país para registrar muitas pessoas desrespeitando as recomendações principais para evitar o contágio a Covid-19. São pessoas sem uso de máscaras; outras promovendo aglomerações e sem uso de máscaras e que portanto, colocam em maior risco a própria vida e a vida de outras pessoas devido a doença do coronavírus Covid-19. Em São José (SC), por exemplo, a cidade está num ritmo normal de suas atividades como se nem houvesse algo muito grave convivendo com a população - o vírus da Covid-19. Porém, notadamente; a maioria das pessoas desta região da Grande Florianópolis (SC), felizmente possuem consciência destes riscos da Covid-19 e utilizam a máscaras e usam o álcool em gel. Há, porém, alguns casos de aglomerações junto a alguns estabelecimentos comerciais na região de São José e Palhoça (SC), e que merecem o acompanhamento mais rigoroso da fiscalização.
Afinal, manter o distanciamento social é fundamental mesmo que haja esta liberação como fez o governador do estado de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL), determinando a liberação da grande maioria das atividades. Quanto mais gente na rua, maior o risco de contágio e esta situação poderá como já antecipou o ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta ao alertar que Santa Catarina será um dos estados mais afetados pela Covid-19. O período de inverno se aproxima, baixas temperaturas já estão presentes na região Sul do Brasil e o agravamento diante da rapidez da pandemia da Covid-19 são fatores que levarão certamente Santa Catarina ao colapso em no máximo daqui há duas semanas, destacou. Prevenção máxima, cuidados essenciais como desde ao uso de máscaras, uso de álcool gel, evitar sair de casa mantendo o isolamento social são medidas necessárias e que devem ser levadas muito a sério.
Caso contrário: o caminho é único: hospitais lotados, sem respiradores; sem provavelmente equipes suficientes de médicos e enfermagem e de leitos tanto de enfermagem quanto de UTIs para salvar vidas. O outro caminho todos cidadãos brasileiros também estão vendo e acompanhando: necrotérios lotados; filas de carros de funerárias em frente de hospitais aguardando corpos de vítimas para serem sepultadas e valas até comuns para enterrar mortos vítimas de Covid-19 e muitos outras vítimas de outras comorbidades. A escolha é de cada cidadão brasileiro, mas optar pela manutenção da vida é e deve ser prioridade para todos.