Brasil possui mais de 4 milhões de infectados pela Covid-19, como preconiza a OMS em ser seis vezes maior ao número do Ministério da Saúde
O Brasil assim como demais nações do mundo onde a pandemia do novo coronavírus Covid-19, vem se alastrando e matando dezenas de milhares de pessoas e deixando outras mais de 6 milhões infectadas pela doença; pode haver devido à falta de testes da Covid-19 para toda a população e ainda as subnotificações; mais de 4 milhões de pessoas infectadas pela Covid-19. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), diante das subnotificações da Covid-19; o número de contágios e de óbitos pela Covid-19; pode ser seis vezes maior do que aos número divulgados pelos governos.
O Brasil, portanto, poderá ter mais de 4 milhões de pessoas portadoras do novo coronavírus Covid-19 . E o número de óbitos pela Covid-19 no Brasil; poderá ultrapassar conforme preconiza a OMS, mais de 180 mil mortes devido ao novo coronavírus Covid-19; uma vez que atualmente no Brasil, segundo o Ministério da Saúde dias atrás; são mais de 36.000 óbitos pela Covid-19. E deverá ser esta maior preocupação do presidente da República Jair Bolsonaro em não autorizar que o Ministério da Saúde divulgue a realidade com que a pandemia do novo coronavírus Covid-9 está provocando em todo o país.
Regiões do Norte e Nordeste; assim como pelo interior de todo o país; a pandemia da Covid-19, vem se alastrando rapidamente e atinge na atualidade mais de 95% dos municípios brasileiros. O Brasil com uma frágil estrutura pública de Saúde mostra ao restante do mundo que efeitos da corrupção e da roubalheira bilionária dos cofres públicos praticados por diversas organizações criminosas dentro e fora do meio político - administrativo deste país, faz com que agora, diante desta terrível pandemia da Covid-19, populações mais carentes deste país sejam mais vulneráveis ao novo coronavírus Covid-19.
Desemprego já elevado desde há décadas; sub- emprego; miserabilidade de milhões de famílias e que diante desta pandemia, ficam desassistidas por parte de governos seja eles municipais, estaduais e até federal e sujeitas à dependência de campanhas comunitárias a fim de alcançar o sustento mínimo necessário para inúmeras famílias que vivem em comunidades mais carentes em todo este país. A migalha do auxílio - emergencial de R$ 600 reais liberados pelo governo federal e onde uma dezena de milhões de pessoas sequer recebera a primeira parcela, tem ainda neste programa social falhas como a de muitos casos já denunciados pela Imprensa em que boa parte foi parar em contas de pessoas que não precisavam deste auxílio - emergencial.