Pandemia aterroriza: Caos hospitalar da Grande Florianópolis (SC). Não há mais leitos de UTIs disponíveis e os de enfermagem no limite

É demasiadamente absurdo o que se vê na região da Grande Florianópolis (SC), onde as aglomerações, principalmente em redes de supermercados estão demasiadamente lotados especialmente em finais de semana. E o próprio prefeito de Florianópolis Gean Loureiro disse que o maior número de casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus Covid-19, são em locais como aos de supermercados. A situação hospitalar da Grande Florianópolis (SC), está em colapso devido à falta de leitos de UTIs e até de enfermagem para atender pacientes com o novo coronavírus Covid-19. É dramática a situação para quem busca o atendimento hospitalar na região da Grande Florianópolis (SC).

 

Outras cidades vizinhas também já estão no limite máximo de ocupação de leitos de UTIs como exemplo Itajaí; Balneário Camboriú, Itapema; Joinville; Blumenau e várias outras cidades catarinenses que começam também a sentir o forte efeito do avanço da pandemia do novo coronavírus Covid-19. E para piorar a situação,tem também a roubalheira diante ao pagamento antecipado pelo Governo de Santa Catarina no valor total de R$ 33 milhões por 200 respiradores pulmonares que sequer chegaram ao estado de Santa Catarina e que levou abertura de um inquérito investigatório que culminou com várias prisões. Os aparelhos de R$ 33 milhões foram negociados entre o Governo de SC através da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a empresa Veigamed, do Rio de Janeiro. Respiradores pulmonares superfaturados e que envolveu um ampla organização criminosa como mostram as investigações.
da DEIC e do Ministério Público do Estado de Santa Catarina e até a CPI instalada na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc.

 

O governo de Carlos Moisés (PSL), pagou no início de abril antecipado os R$ 33 milhões à Veigamend por aparelhos que o governo de Santa Catarina não recebeu e cujo caso levou a polícia (DEIC) e o Ministério Público do Estado de Santa Catarina iniciar investigações. E surge agora o caso de vários respiradores produzidos pela empresa WEG de Joinville, onde seis respiradores pulmonares chegaram ser devolvidos pelo Hospital Ruth Cardoso de Balneário Camboriú (SC), pois não servem absolutamente para atender aos pacientes portadores da Covid-19. Outro caso que merece investigações tanto do próprio governo de Santa Catarina quanto do Ministério Público do Estado de Santa Catarina.