Governo de Santa Catarina em desarmonia com municípios no combate à pandemia da Covid-19. E diante disto agrava-se com avanço da doença
Publicado em 16/07/2020
Autoria Destaque Catarina
Desarmonia, descontrole da pandemia e de políticas truncadas quanto ao combate ao novo coronavírus Covid-19 em Santa Catarina. Responsabilidades que acabam deixando ainda mais confusas as ações tanto governamentais por arte do governo do Estado quanto dos municípios. Exemplo disto foi destacado pela presidência da Federação dos Municípios do Estado de Santa Catarina _ FECAM quando criticou a forma com que o Governo de Santa Catarina sob comando de Carlos Moisés (PSL), atua diante desta gravidade e que o avanço da doença está provocando a cada dia que passa mais mortes e número maior de infectados pelo novo coronavírus Covid-19. E com os municípios fragilizados onde maioria sequer possui leitos hospitalares em que o atendimento à pacientes portadores do novo coronavírus Covid-19 são internados em hospitais localizados em cidades pólos regionais e onde estes hospitais na sua maioria á encontram-se com lotação de leitos de UTIs no limite.
É o caso da região de Joinville; Itajaí; Balneário Camboriú; Itapema; região Metropolitana de Florianópolis; Tubarão; Criciúma; Blumenau; Lages e várias cidades pólos da região Oeste e Meio Oeste de Santa Catarina chegando perto do limite máximo de disponibilidade de leitos de UTIs. Portanto, se uma adoção de medidas mais contundentes de combate à pandemia da Covid-19 e deixando com que os municípios se virem como pode, o que já vem ocorrendo na região da Amurel ( região Sul de Santa Catarina), onde não há uma homogeneidade das decisões mais duras de combate à pandemia da Covid-19. Vejamos que dos 18 municípios da região da Amurel em reunião realizada na noite de terça-feira (14), apenas quatro deles definiram políticas claras e determinadas de forma mais rigorosa como de manter funcionando tão somente setores essenciais de serviços à população. Os demais, optaram por continuar funcionando o comércio e outras atividades, mas determinando uso de máscaras e outras recomendações preventivas como de distanciamento social, por exemplo e ao uso do álcool em gel. Mas, as preocupações da população catarinense vão muito além como exemplo de que além da falta de leitos hospitalares especialmente os de UTis, falta de medicamentos e até de monitores paramédicos; bem como; alta de mais equipes de Saúde para ajudar neste trabalho de atendimento aos pacientes com a Covid-19; mostra que uma eventual inércia governamental em quaisquer uma destas esferas de poder público estadual em Santa Catarina; poerá comprometer em muito este trabalho de atendimento à saúde das pessoas que estejam necessitando destes atendimentos e daqueles que ainda poderão vir à serem acometidos pelo novo coronavírus Covid-19.
Imagem: Portal de Notícias TN Sul
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