Caso dos Respiradores em SC: Governo Moisés e MPSC devem respostas à sociedade sobre caso dos R$ 33 milhões roubados pela máfia
Investigações policiais foram abertas, processos iniciados, algumas pessoas foram presas e logo soltas, mas que ainda respondem a processos na Justiça, porém, nada de devolução dos R$ 33 milhões aos cofres públicos do Estado de Santa Catarina diante o caso do pagamento antecipado deste valor pelo governo de Carlos Moisés na compra de 200 respiradores fantasmas junto a empresa fajuta da Veigamed, do Rio de Janeiro em que proprietário mafioso e corrupto continua desaparecido, sendo caçado pela Polícia e até pela Interpol - ( The International Criminal Police Organization ).
Um grupo de pessoas chegou a ser presas na Operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), e pela DEIC- Departamento de Investigações Criminais do Estado de Santa Catarina, TCE- Tribunal do Estado de Santa Catarina e também pela Polícia Federal (PF), que entrou no caso investigatório diante haver uso de recursos federais na área da Saúde diante desta pandemia do novo coronavírus Covid-19.
Secretário de Estado da Saúde de SC diz para \" esquecer e enterrar o assunto dos respiradores \". Isto é um acinte
a, na semana passada o atual secretário de Estado de Saúde André Motta Ribeiro, fez pronunciamento público durante entrevista no Jornal NDTV, cuja ocasião destacou que \" devemos esquecer e enterrar o assunto dos respiradores \". ora vejamos: um acinte ao povo catarinense. Se como roubar, desviar R$ 33 milhões dos cofres públicos - dinheiro do povo catarinense; fosse algo irrelevante, que estes R$ 33 milhões fossem uma espécie de alguns trocadinhos que nada representam em termos financeiros e que roubar, desviar milhões de dinheiro público seja algo comum como que digamos: insignificante os R$ 33 milhões que é dinheiro público e que daria para serem investidos em prol de resolução dos graves problemas enfrentados pela grande maioria do povo catarinense. Desemprego elevado; falta de remédios, falta de leitos, falta de respiradores como ao que ocorreram em pleno início desta pandemia da Covid-19 em Santa Catarina e cuja doença continua sendo grande ameaça de novamente surgir uma segunda onda como vem ocorrendo em toda a Europa.
Tanto o Ministério Público de Santa Catarina quanto a Polícia Federal (PF), deverão acelerar as investigações para que haja punição aos responsáveis sobre este roubo de R$ 33 milhões relacionados ao pagamento antecipado por parte do governo de Carlos Moisés á empresa Veigamed e que todos os R$ 33 milhões sejam devolvidos e com correção monetária aos cofres públicos do Estado Catarinense e o mais breve possível. E que o secretário de Estado da Saúde André Motta Ribeiro continue lembrando de que R$ 33 milhões roubados, desviados criminosamente dos cofres públicos de Santa Catarina não é apenas trocadinhos quaisquer. declarações como do gênero do secretário de Saúde de Santa Catarina demonstra o quão a sociedade catarinense está com o governo administrando este território catarinense. Um caos e com riscos ainda maiores de ocorrerem novos desvios dos cofres públicos.