Inflação pelo IPC-S desacelera em 5 de 7 capitais, mostra FGV

Na terceira prévia de maio, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da Fundação Getulio Vargas (FGV) desacelerou em cinco das sete capitais pesquisadas. Considerando todas as capitais, o índice ficou em 0,96%, contra 1,09% na última apuração. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (24).

Em Brasília, o IPC-S variou 0,40%, diante de alta de 0,47% na prévia anterior. Quatro das sete classes de despesa que integram o índice tiveram desaceleração, com destaque para transportes (de 0,83% para -0,28%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,77% para 0,62%).

A inflação em Porto Alegre registrou alta de 0,95% na terceira semana de maio, taxa 0,06 ponto percentual superior à da prévia anterior. Três classes de despesa tiveram aceleração de suas taxas de variação, com as maiores influências partindo de alimentação (de 0,79% para 1,19%) e educação, leitura e recreação (de 0,47% para 0,59%).

O IPC-S de Recife registrou variação de 1,13% na terceira prévia de maio. Na anterior, ficara em 1,12%. Nesta edição, três das sete classes de despesa apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: educação, leitura e recreação (de 0,28% para 0,59%) e habitação (de 0,98% para 1,28%).

No Rio de Janeiro, o índice passou de 1,08% para 0,87%. Seis classes de despesa registraram desaceleração. As maiores influências partiram de alimentação (de 1,54% para 1,02%) e transportes (de 2,66% para 2,37%).

O Índice de Preços ao Consumidor em Salvador ficou em 0,91% na terceira semana de maio. Na apuração anterior, ficara em 1,20%. Seis das sete classes de despesa registraram desaceleração, com os principais destaques partindo dos grupos alimentação (de 0,90% para -0,13%) e vestuário (de 1,26% para 0,34%).

A inflação na capital paulista apresentou variação de 0,88%, resultado 0,13 ponto percentual inferior ao divulgado na segunda semana de maio. Seis classes de despesa registraram desaceleração: transportes (de 0,99% para 0,44%), vestuário (de 1,49% para 1,02%), despesas diversas (de 0,79% para 0,55%), saúde e cuidados pessoais (de 0,95% para 0,78%), alimentação (de 1,79% para 1,69%) e educação, leitura e recreação (de 0,20% para 0,17%).

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal da cidade de Belo Horizonte passou de 1,53% para 1,52%, .Quatro das sete classes de despesa apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, com destaque para: transportes (de 2,26% para 1,19%) e saúde e cuidados pessoais (de 1,62% para 1,38%).

Fonte: G1.com.br

Infografico: G1.com.br