PGR pede ao STF para que investigue presidente Jair Bolsonaro por conduta irresponsável na pandemia da Covid-19

A procuradoria-Geral da República (PGR), pede ao Supremo Tribunal Federal (STF), que investigue a conduta do presidente da República Jair Bolsonaro ( sem partido ), quando desde início da pandemia do novo coronavírus Covid-19 foi um dos principais incentivadores o uso da Hidroxicloroquina ( Cloroquina) ao combate aos sintomas do novo coronavírus Covid-19. Bolsonaro cometeu vários crimes desde ao não uso de máscara de proteção e prevenção à Covid-9 quando saia publicamente junto a grupos de pessoas onde muitas delas também não utilizavam máscara. A Cloroquina não possui eficácia comprovada e não é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), assim como também pelo Conselho Nacional de Medicina.

 

Mesmo diante não comprovada eficácia do uso de Cloroquina para atendimento à saúde de pacientes portadores do novo coronavírus Covid-19, o governo de Jair Bolsonaro, incentivava ao uso deste medicamente, inclusive com a aquisição de milhões de comprimidos através do Ministério da Saúde através de um Comitê de Emergência ao combate nesta pandemia da Covid-19 no país.

 

A desova deste medicamento parece ser uma espécie de prioridade na área de Saúde por parte do presidente Bolsonaro que esquece que o principal no combate ao vírus da Covid-19 é ampliar a imunização de milhões de pessoas deste país e o mais breve possível. Não como da forma de que está numa espécie de pinga-gotas. E a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa ), também errou logo no início da pandemia ao autorizar a veda de cloroquina para que viesse ser utilizada nesta pandemia da Covid-19.

 

O empresário Ogari de Castro Pacheco, do Laboratório Grisália e que é muito próximo de Bolsonaro; sendo inclusive suplente de senador Eduardo Gomes (MDB-TO); chegou a citar em manifestação no site da empresa durante meados de 2020 de que a pandemia levou a empresa \" a um crescimento sem precedentes na venda do medicamento \", referindo-se à cloroquina.

 

Outros empresários donos de empresas farmacêuticas no Brasil como Carlos Sanchez da EMS; e também dono da Germed; além do empresário Renato Spacllici, da Aspen; chegaram inclusive, a terem encontros com o presidente da República Jair Bolsonaro ao longo desta pandemia. Até em vídeo conferência participaram com Bolsonaro e referindo-se à cloroquina.

 

O desafio maior de Bolsonaro agora vendo de que não adianta de nada o uso de cloroquina para tratar e combater o novo coronavírus Covid-19, mesmo assim, insiste em abrandar o uso deste medicamente como o faz em recentes pronunciamentos públicos. Trata-se de um crime hediondo levar a ao uso de um medicamento que sequer é capaz de atender adequadamente e sem a eficácia comprovada a recuperação de pacientes portadores do novo coronavírus Covid-19.


Bolsonaro virou espécie de garoto propaganda da cloroquina que não tem nenhuma eficácia comprovada à Covid- 19

A desova do medicamento parece ser uma prioridade ao presidente Jair Bolsonaro quando menciona indicação ao uso de um medicamento pelo qual sequer possui eficácia comprovada. Até o Conselho Nacional de Medicina assim como outros órgãos ligados à Saúde não recomendam tais medicamentos para combater o novo coronavírus Covid-19. Somente a vacina poderá evitar com maior segurança o risco de contágio ao vírus Covid-19.

 

E prevenção à Covid-19 se faz com rigorosos cuidados preventivos como ao uso de máscara; evitar aglomerações; utilizar higienização constante principalmente das mãos com uso de álcool em gel ou água e sabão, bem como; evitar levar as mãos aos olhos; nariz e boca sem antes manter rigorosa higienização preconizada pelo Ministério da Saúde e Organização Mundial de Saúde. Manter também limpeza rigorosa em todos os alimentos e embalagens adquiridos junto ao comércio e supermercados; higienização de maçanetas; mesas; cadeiras; roupas, calçados, telefones; computadores; enfim; tudo o que a pessoa possa tocar com as mãos e desta forma; evitar ao máximo o vírus da Covid-19.