Vacina Sputnik V , da Rússia não autorizada ainda pela ANVISA sendo oferecida no Brasil

Nem a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e nem o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF); não autorizaram até agora a comercialização no Brasil do imunizante Sputnik V, produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Vários consórcios de municípios no Brasil como exemplo em Minas Gerais e em Santa Catarina articulam-se para a compra da vacina Sputnik V. A ANVISA ainda não aprovou esta vacina para ser utilizada na imunização contra a Covid-19 aqui no país.

 

O Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE-SC), já está atento para este detalhe junto a FECAM- Federação dos Municípios do Estado de Santa Catarina para evitar o que ocorreu em abril do ano passado quando o governo de SC pagou antecipadamente R$ 33 milhões para 200 respiradores e sequer até hoje recebera tanto os 200 respiradores quanto a devolução dos R$ 33 milhões de reais - dinheiro público. Segundo informações a oferta de vacinas Sputnik V para a FECAM seriam de um total inicial de 4,1 milhões de doses que totalizariam R$ 200 milhões de reais.

 

A empresa búlgara TMT GlobalPharma com sede em Sofia, atua como farmacêutica distribuidora de produtos para diversos países da Europa; Ásia e Rússia. No Brasil, a União Química Farmacêutica Nacional já fez um pedido também ao RDIF ( Fundo Russo de Investimento Direto ). A União Química está interessada na produção emergencial no Brasil da vacina Sputinik V e já protocolou pedido de uso emergencial junto a ANVISA. A produção da vacina Sputinik V , segundo informações será desenvolvida nas fábricas em Brasília (DF) e Guarulhos (SP), segundo informações da União Química farmacêutica Nacional.