Ministério da Saúde e trapalhadas na distribuição de vacinas

A má gestão do Ministério da Saúde e as trapalhadas que vem desde início da pandemia da Covid-19, quando houve desde a falta oxigênio, falta de respiradores pulmonares, bem como da falta de equipamentos de EPIs; falta de leitos hospitalares e da falta também de equipes para atender a demanda ao atendimento aos milhares de pacientes ( onde milhares deles fora ao óbito pela Coid-19), em todo o Brasil; mostra que o governo de Bolsonaro segue com suas trapalhadas comprometedoras para com a segurança da saúde e da vida de milhões de cidadãos brasileiros. Os mais recentes casos desta má gestão do Ministério da Saúde foi quanto ao caos quando do \" apagão \" no sistema de registros de casos de Covid -1 9 no país.

 

Isto causou um dano gravíssimo sobre a gestão de controle da pandemia em todo o Brasil por longos dias. Agora, surge casos em vários estados brasileiros relacionados à distribuição de vacinas para crianças de 05 a 11 anos de idade, quando em muitos locais foram detectados irregularidades e comprometedoras com a efetiva qualidade e garantias das vacinas face a improvisações de armazenamentos destas vacinas. E mais ainda: relembrando os diversos casos investigados pela Polícia Federal (PF), equipes da GAECOs e do Ministério Público Federal (MPF), onde em vários estados brasileiro; ocorreram registros de denúncias de desvios e roubos de vacinas contra a Covid-19, inclusive, caso de uma enfermeira que aplicava vacina falsa.

Em Santa Catarina; o caso dos 200 respiradores de R$ 33 milhões sem conclusão

E continua ainda o embuste sobre o caso do pagamento por parte do governo de Santa Catarina sob o comando de Carlos Moisés, em que em abril de 2020 pagou antecipadamente para a empresa Veigamed Material Médico Hospitalar Eirelli, cujo endereço falso registrado consta na Rua: Antônio Felix 679, bairro Nossa Senhora de Fátima, em Nilópolis (RJ), e cuja empresa recebera do governo Moisés R$ 33 milhões sem sequer entregar os 200 respiradores pulmonares no ápice da gravidade da pandemia em Santa Catarina. Equipes da DEIC - Departamento Estadual de Investigações Criminais do Estado de Santa Catarina, cumpriu mandados de buscas e apreensões determinadas pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina, logo em seguida deste pagamento antecipado de R$ 33 milhões à empresa Veigamed.

 

Mas, o principal responsável pela empresa Veigamed, continua foragido. O MPSC conseguiu bloquear bens e valores de várias pessoas envolvidas no esquema irregular desta compra dos 200 respiradores pulmonares, porém, o valor sequer chega a metade dos R$ 33 milhões de reais. Na próxima sexta- feira (21), a Controladoria- Geral do Estado de Santa, fará uma audiência no início da tarde, a fim de debater sobre o assunto da devolução dos R$ 33 milhões aos cofres públicos por parte da empresa Veigamed. Foram quatro tentativas de remessa de documento oficial governamental para a empresa Veigamed, porém, convocando o dono desta empresa, mas em nenhuma delas ocorrera retorno de resposta ao governo do Estado. Afinal, a empresa não existe naquele endereço mencionado ao governo de Santa Catarina e não houve ainda localização se é que existe em outro endereço. Uma provável quadrilha, ou seja, uma máfia envolvida no esquema criminoso junto a esta empresa inexistente da Veigamed prestando golpes financeiros em pleno início da pandemia como ocorrera contra o governo de Santa Catarina que agiu de forma irresponsável ao pagar antecipado R$ 33 milhões para os inexistentes 200 respiradores pulmonares.