CHINA SOFRE MAIOR SURTO DE COVID. VEJA:

A China sofre no sábado (12), o maior surto de Covid-19 desde o início desta pandemia do novo coronavírus Covid-19. No domingo (13), o governo da China diante o grande surto com mais de 3.939 mil pessoas e totalizando mais 17 milhões de infectados pela Covid-19. Diante deste aumento de casos de Covid o governo chinês decidiu pelo fechamento do comércio em Xangai- a maior metrópole da China. Escolas, shoppings e restaurantes foram fechados. No centro de tecnologia do Sul de Shenzhen, junto a fronteira com Hong Kong, 17 milhões de pessoas foram isoladas no domingo diante ao surgimento de 66 novos casos de Covid-19. 19 províncias chinesas estão enfrentando surtos da variante Ômicron e Delta do novo coronavírus. Várias outras cidades da Chinas entraram novamente em quarentena como a de Yanji. O prefeito de Jilin e o chefe da comissão de Saúde de Changchun foram removidos de seus cargos no sábado (12), num sinal da dura política imposta pelas autoridades da China para combater surtos.

E No Brasil, a desobrigação ao uso de máscaras por governos. Especialistas criticam

Enquanto em vários países como exemplo da China onde surgiu o primeiro caso de Covid-19 há exatos 2 anos atrás, e cujo vírus provocou a maior pandemia da história da humanidade com milhões de pessoas infectadas e levando á morte dezenas de milhões de pessoas; no Brasil, a maioria dos governos estaduais decidiram desobrigar o uso de máscaras de proteção ao novo coronavírus em locais aberto e até fechados. Muitos especialistas em infectologia criticaram esta decisão em que ainda falta muitas pessoas para serem vacinadas contra a Covid-19, principalmente faltando completar o calendário de imunização. Os riscos de contágio pela Covid-19 continua sendo real e aglomerações de pessoas colocam em riscos para novos contágios da doença e até provocar novos surtos de Covid-19 no Brasil. Portanto, como avaliam vários especialistas de Saúde no Brasil, ainda é muito cedo para que governos tomem essa decisão quando deveriam garantir o avanço da imunização das pessoas contra a Covid-19. Muitas unidades principalmente hospitalares por todo o Brasil estão superlotados devido às presenças de pacientes que buscam tratamento a outras doenças onde a pandemia fez com que houvesse uma retração para muitos atendimentos e priorizando pacientes ao tratamento de Covid-19, o que agora mostra que a procura pelas unidades de Saúde , especialmente hospital públicos em todo o país, estão quase que no limite de disponibilidade de leitos.

Saúde em Santa Catarina possui má gestão de governo estadual

Foi o caso de São José (SC), na região da Grande Florianópolis (SC), onde o Hospital Regional São José, esteve dias atrás com enormes filas de pacientes em busca de atendimento á saúde. E outro hospital, o Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis (SC), com o único aparelho de Tomografia estragado há semanas. E tem uma ala nova hospitalar em Lages (SC), com mais de 95 novos leitos e vários andares deste prédio que custou cerca de R$ 100 milhões de reais e que está há mais de 2 anos à espera de equipamentos , equipes e que possa ser colocado em completo funcionamento para o atendimento á pacientes. Em Itajaí, litoral Catarinense, também a situação é crítica em termos das necessidades hospitalar, assim como ocorrem em Joinville, no Meio-Oeste de Santa Catarina e também na região Sul catarinense. Ou seja, precisa e muito haver melhorias na área da Saúde em Santa Catarina. Inclusive haver retorno total dos R$ 33 milhões roubados dos cofres públicos do Estado quando do pagamento antecipado pelos 200 respiradores pulmonares -nunca entregues ao governo de Santa Catarina e que é dinheiro público- dinheiro do povo catarinense e que além de haver o retorno que haja plena punição aos responsáveis.