ESTADO DE SC VIVE CAOS NA SAÚDE. VEJA
Sai governo entra governo e os graves problemas na área da Saúde e também de Educação continuam se agravando. Vejamos por exemplo na área da Saúde onde diversos hospitais do Estado de Santa Catarina enfrentam muitas dificuldades que vão desde à lotação até à alta de equipamentos e leitos de UTIs Neonatais, assim como falta ampliação de leitos para atender vítimas de queimaduras. As goteiras também fazem parte da situação crítico como exemplo do Hospital Nereu Ramos, centro, Florianópolis (SC). Equipamentos tais como tomógrafos, dentre outros também fazem falta aos hospitais. Um dos hospitais de Santa Catarina que mais necessita deste equipamento é o Hospital Infantil Joana de Gusmão ( onde recentemente o único aparelho estragou e permanecera por várias semanas sem uso ).
Já, o Hospital Regional São José , em São José (SC) é outras das unidades hospitalares que vez por outra sofre superlotação. Uma destas foi possível verificar dias atrás quando enormes filas havia na frente desta unidade hospitalar. E cabe também ao governo catarinense agilizar o funcionamento de toda a estruturado novo prédio ( nova ala ) instalado em Lages com vários andares e que não está ainda totalmente completa as instalações. Uma obra com investimento na ordem de R$ 100 milhões de reais e que há mais de 2 anos continua como uma espécie de elefante branco. Aliás, o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, deveriam aprofundar os investimentos feitos neste projeto. Há suspeitas de irregularidades.
O povo brasileiro quer mais competência política-administrativa
Eram muitos pacientes idosos, em pé, permanecendo sob diversas horas a fim de aguardar o atendimento à saúde. E os problemas hospitalares vão além destes enfrentados nas demais regiões do Estado de Santa Catarina. Em Balneário Camboriú; em Itajaí; em Joinville; em Itapema; na região Sul Catarinense e na região do Meio e Oeste de Santa Catarina. E o que fica registrado em destaque é quanto ao trabalho das equipes que atuam nestes hospitais que dedicam-se de forma muito competentes, ética e profissional a fim de propiciar ao máximo o dedicado serviço aos pacientes. Afinal, num país como o Brasil onde a questão política- administrativa não prioriza como deveria priorizar avanços expressivos na área da saúde, educação, segurança pública, desenvolvimento social e econômico, além de melhorias em infraestruturas desde habitação, rodovias estaduais, federal e vias públicas das cidades, caber à cada cidadão brasileiro exigir da classe política- seja do Executivo ou legislativo uma melhor atenção às necessidades da sociedade como um todo. E também cabe mais atuação por parte de órgãos fiscalizatorios como desde o Ministério Público aos Tribunais de Contas nos Estados.