SC À BEIRA DO COLAPSO. FALTAM LEITOS DE UTIs NEONATAL PELO SUS

Uma vergonha. Aliás, um crime governamental desde gestões anteriores de governos no Estado de Santa Catarina e que merece ser apurado pelas autoridades, especialmente pelo Ministério Público Federal (MPF), Os hospitais da rede do Sistema Único de Saúde- SUS no Estado de Santa Catarina estão praticamente em colapso. Faltam leitos de Unidades de Terapias Intensivas Neonatal ( UTIs Neonatal ). Ou seja, em todas as regiões do Estado de Santa Catarina, a situação é caótica.

 

Em praticamente todas as regiões, seja no Oeste; Meio_oeste; Planalto e Serra catarinense; Norte; Litoral; Sul e Vale e Médio Vale do Itajaí, a maioria dos hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde- SUS, chegaram a praticamente 100 por cento de ocupação dos leitos de UTIs Neonatal, com raras exceções em que alguns dos hospitais em pouquíssimas destas regiões ainda possui um leito para atendimento infantil. A falta de políticas públicas voltadas principalmente para a atenção da saúde das crianças em Santa Catarina é algo estarrecedor.


SITUAÇÃO CAÓTICA NA REDE HOSPITALAR INFANTIL PELO SUS EM SC

A classe política catarinense, principalmente do governo do Estado e parlamentares que representam Santa Catarina no Congresso Nacional; deveriam estarem fortemente mobilizados e focados com a atenção do Governo Federal para com a crise que atinge a Saúde em Santa Catarina. Para onde foram parar os cerca de R$ 400 milhões propalados publicamente quando em debate público num destes debates em véspera da eleição de 2022, quando o atual governador de Santa Catarina, disse haver repassado cerca de R$ 400 milhões para hospitais de Santa Catarina e que agora, maioria destes hospitais reclamam publicamente da falta de recursos financeiros, especialmente dos hospitais filantrópicos e até mesmo daqueles hospitais da Rede SUS que também sofrem da falta de recursos não somente financeiros, porém, da falta de leitos, equipamentos, mais profissionais para atuar nos serviços à saúde de pacientes; bem como, até há eminente falta de oxigênio hospitalar como está enfrentando o Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis (SC).

 

Em Joinville, região Norte de Santa Catarina, a situação também é crítica na área hospitalar. Enfim, em todas as regiões de Santa Catarina, a situação é das mais preocupantes. Um grande desafio ao atual governo de Santa Catarina, principalmente para a Secretaria de Estado da Saúde (SED), que tem a frente desta pasta uma competente profissional que assumiu recentemente esta secretaria, a deputada federal Carmem Zanotto. Os esforços certamente estão ocorrendo e de forma bastante concentrada por parte do governo de Santa Catarina a fim de minimizar a situação atual da rede hospitalar em Santa Catarina, especialmente quanto na área Infantil.