CRISE NA SAÚDE EM SC VAI DE SUPERLOTAÇÃO HOSPITALAR À OPERAÇÃO DA PF NO COMBATE A FRAUDES

Operação da Polícia Federal (PF) " Tempo Vendido " em Santa Catarina. O estado de Santa Catarina volta enfrentar novamente e de forma preocupante a falta de leitos de UTIs Adulto e UTIs Neonatal. Além desta triste realidade que atinge a maioria dos hospitais públicos no Estado de Santa Catarina em praticamente todas as regiões catarinense; outro assunto repercutiu na quarta-feira (14/5), diante da operação realizada pela Polícia Federal (PF), ao combate a supostos desvios milionários ocorridos em diversos hospitais públicos administrados pelo governo do Estado de Santa Catarina. 


A operação da Polícia Federal (PF), atingiu os municípios de Criciúma; Florianópolis; São José; Palhoça; Biguaçú e Araranguá; ambos municípios no Estado de Santa Catarina e também em Curitiba (PR). A Polícia Federal (PF), cumpriu na manhã de quarta-feira (14/5), 15 mandados de busca e apreensões. O alvo destas investigações e da operação da PF em Criciúma, por exemplo; foi a ONG Ideas - que administra o Hospital Infantil Santa Catarina, cujo hospital passou de ser administrado pela prefeitura municipal de Criciúma em 2018, quando foi passado a ser administrado pelo Governo do Estado de Santa Catarina e que realizou contrato com a ONG Ideas. Calcula-se que as fraudes causaram prejuízos que envolvem cerca de 196 milhões de reais.

OPERAÇÃO DE COMBATE A FRAUDES EM VÁRIOS HOSPITAIS DE SC FOI DEFLAGRADA PELA CGU E PF

A Operação " Tempo Vendido " que a Polícia Federal ( PF ) , deflagrou juntamente com a Controladoria-Geral da União ( CGU), em Santa Catarina, teve por objetivo cumprir 15 mandados de buscas e apreensões contra uma suposta quadrilha que praticava desvios financeiros e fraudes licitatórias, lavagem de dinheiro e superfaturamentos na área da saúde hospitalar em diversas unidades de várias cidades em Santa Catarina e também na cidade de Curitiba (PR). Indícios de subcontratações ilegais, são também uma das possíveis práticas que levaram a CGU e PF a investigar os casos praticados por Organização Social junto a unidades hospitalares em Santa Catarina e no Paraná.